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Segurança Pública 19/04/2016 - 16h25min. Alterada em 19/04 às 18h45min

Homem é baleado dentro da emergência do HPS em Porto Alegre

JONATHAN HECKLER/JC
Tentativa de execução dentro do Hospital de Pronto Socorro (HPS)

Patrícia Comunello

Em 20 dias, Porto Alegre registrou dois casos de pacientes alvejados com tiros dentro de um hospital elevando a tensão no setor. Na tarde desta terça-feira (19), um homem baleado que estava internado na emergência do Hospital de Pronto Socorro (HPS), localizado na esquina das avenidas Osvaldo Aranha e Venâncio Aires, recebeu pelo menos sete disparos desferidos por outro homem que entrou no local se fazendo de paciente, informação confirmada pela Secretaria Municipal da Saúde.
A vítima estava em um leito de observação e foi levada à UTI do Pronto Socorro em estado muito grave. O crime gerou grande tumulto, correria e medo entre pessoas que estavam dentro da sala onde houve a tentativa de execução e que teria relação com vingança. A Polícia Civil investiga o crime.
"Ia consultar, desisti e estou indo embora. Estou louca de medo. Outro idoso saiu correndo na hora em que os dois homens entraram, fizeram ficha e tudo", lembrou Guiomar Menzel, que havia ido ao hospital devido a uma lesão nas costas causada em um acidente de ônibus. Ela disse que ficou ao lado dos autores do ataque. Os policiais acreditam que um dos homens saiu para ficar do lado de fora e apoiar na fuga. Na frente do HPS, viaturas da Polícia mantinham plantão. 
A vítima foi identificada como Maycon Azevedo da Silva, 21 anos, que teria sido ferido em outra ocorrência na avenida Cavalhada, zona sul da Capital, na madrugada desta terça. O autor dos disparos, que teria usado o nome de Igor Ubirajara, mas a suspeita é que seja falso, tinha um comparsa que pilotava uma moto na fuga.
O atendimento ficou restrito no hospital, com prioridade a casos muito graves. Mesmo assim, cerca de 20 pessoas ainda esperavam por assistência na recepção por volta das 17h. Em 29 de março, Éverton Cunha Gonçalves, 25 anos, estava internado no Hospital Cristo Redentor, também de traumatologia e localizado na zona norte, e foi morto com dois tiros por um homem. Até hoje o caso não foi esclarecido. O jovem jogava futebol e pode ter sido morto por engano. 
O presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers), Paulo de Argollo Mendes, foi ao local e voltou a defender a instalação de detectores de metais e circuito de imagem para identificar as pessoas, além de uma viatura exclusiva da Guarda Municipal. "A violência em Porto Alegre se compara a do Rio de Janeiro, pois quem sai de casa não sabe se volta. O que se pode afirmar com toda a certeza é que o governador José Ivo Sartori não tem controle da situação", declarou Argollo.
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