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energia 18/04/2016 - 18h01min. Alterada em 18/04 às 18h01min

Solução política deve permitir continuidade do diálogo no setor elétrico, aponta ABCE

Após ver uma melhora no diálogo entre governo e agentes no setor elétrico, o temor de representantes de empresas de energia é que haja uma ruptura na comunicação. "Independentemente do que venha a acontecer com relação ao processo do impeachment, a preocupação é que não haja dissolução da continuidade com relação ao que tem sido construído no setor de energia elétrica", diz o diretor-presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Energia Elétrica (ABCE), Alexei Vivan.
Ele lembra que o setor passou por um momento difícil, com a edição da Medida Provisória 579, em 2012, sobre a renovação das concessões, publicada sem que agentes do setor discutissem o assunto. Mas salienta que houve uma evolução desde então, com o governo "reconhecendo seus erros", aceitando adotar o realismo tarifário, e passando a mostrar uma maior disponibilidade a negociações.
"Temos ainda grandes problemas a serem resolvidos, mas temos percebido mais disposição de encontrar soluções consensuais, sempre com o favorecimento do diálogo", afirma Vivan, atribuindo a mudança ao atual ministro Eduardo Braga e ao secretário-executivo Luiz Eduardo Barata, profissional do setor e com grande apreço entre os agentes.
O presidente da ABCE também defendeu uma solução rápida para a crise política, de maneira a destravar a economia e potenciais decisões de investimento no setor elétrico. "O importante é que (a solução) seja logo, para que os negócios, em um setor como nosso, de infraestrutura, nevrálgico para economia, possam ver um horizonte a ser trilhado", diz.
O executivo lembra que, mesmo com o canal de diálogo aberto com o Ministério de Minas e Energia, neste momento fica tudo um pouco dependente de questões políticas. "Até porque não há clima para caminhar com determinados assuntos. Há dificuldade de encontrar interlocutor para que as soluções saiam, porque as atenções são outras, e é natural que sejam outras."
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