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De Olho na tevê Carlos Pires de Miranda


De Olho na tevê

Notícia da edição impressa de 27/04/2016

Hora de superação

O Grêmio usou titulares contra o Juventude e ganhou o jogo, não a classificação. O desgaste físico ficou evidente, porque além do adversário a chuva aumentou a exigência. Se Roger tivesse usado reservas e fosse igualmente eliminado, o que se estaria dizendo? Agora está claro que foi mau negócio, mas faz uma semana que esta coluna preveniu: "Se o Grêmio estiver com o foco na Libertadores, perde em Caxias e torna mais difícil o jogo de volta". Perdeu, não reverteu a desvantagem e ainda vai encarar o Rosario com o time cansado, propenso a derrota. Prova de fogo para quem sonha com um título.
O lado bom do Grêmio
Walace vem se revelando um volante completo. Marca bem, desarma sem fazer falta, tem qualidade no passe, chuta forte e com precisão. Luan, depois que entendeu que não é craque, passou a jogar quase como um, raridade no atual futebol brasileiro. Eles, mais Geromel, Grohe, Giuliano, Maicon e Bolaños formam uma forte base de time. Outra coisa, aqui repetida: Douglas tem que jogar sempre, nem que seja por 60, 70 minutos. O resto é com Roger.
São José, que pena
O Inter chega às finais do Gauchão com absoluta justiça: derrotou um bom time, o terrível piso do Passo D'Areia e provavelmente chegará ao título. Torço pelo Juventude, torci pelo São José, antes pelo meu Cruzeiro porque sonho com uma terceira força no Rio Grande. Face à realidade, estou quase desistindo: será uma façanha se o Ju repetir o que o Caxias obteve em 2000, quando Tite foi o técnico campeão, o Grêmio tinha Ronaldinho Gaúcho em seu auge e um lateral-esquerdo chamado Roger. De volta ao Inter: que o hexa, se vier, não sirva de referência. Brasileirão é outra coisa.
Para quem não o conhecia, eis o Audax
Agora tem mais gente olhando para o Audax, do técnico Fernando Diniz. Derrotou o Palmeiras, eliminou o São Paulo (4 a 1), o Corinthians (2 a 2, na Arena), vai enfrentar o Santos na final do Paulistão e sacode o futebol brasileiro. Seu jogo privilegia a marcação ferrenha, exaustiva e precisa troca de passes, o ataque consciente. A pontaria de seus jogadores é certeira: os dois golaços de fora da área contra o Timão e as quatro perfeitas cobranças de pênaltis na hora de decidir demonstram que, no modesto estádio de Osasco, há treinamento constante. O clube nasceu da rede Pão de Açúcar, hoje pertence a um acionista do Bradesco e sua folha de salários custa R$ 350 mil mensais.
Campeonato de pênaltis
O sufocante calendário do futebol brasileiro quase obriga, mas há de haver outra solução: decidir semifinal em pênaltis, após somente 90 minutos de jogo, é justo? Aconteceu de novo em São Paulo, com a eliminação do Corinthians, dono da melhor campanha entre 20 clubes; ano passado, além de ter melhor pontuação, era o único invicto. Nos dois campeonatos, empatou e ficou fora. O Gauchão é mais justo, tem jogos de ida e volta nas fases decisivas, o título de campeão é mais convincente.
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