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crise política Notícia da edição impressa de 08/03/2016. Alterada em 07/03 às 20h35min

Dilma critica oposição e ação da PF contra Lula

ÍCARO DE CAMPOS/DIVULGAÇÃo/JC
Felipe, de quatro anos, filho de uma das famílias beneficiadas, recebeu as chaves das mãos de Dilma Rousseff

Roberto Hunoff, de Caxias do Sul

Num misto de solenidade oficial de governo com comício político, a presidente Dilma Rousseff (PT) fez a entrega, ontem, em Caxias do Sul, de mais 2.434 moradias do programa Minha Casa Minha Vida.
O evento reuniu perto de mil pessoas, sendo que parte representava setores e partidos que sustentam o governo federal, o que motivou seguidas manifestações e palavras de ordem, como "Não vai ter golpe!" e "Dilma!/ Guerreira!/ Do povo brasileiro!", além de citações de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A maior parte do discurso da presidente se alinhou a este ambiente. Reconheceu que o Brasil passa por uma crise econômica, mas atribuiu parcela de responsabilidade à situação política provocada por setores da oposição inconformados com a derrota nas eleições para a presidência da República em 2014. "Querem antecipar o pleito de 2018", denunciou a presidente.
Dilma defendeu o direito de a oposição divergir, mas criticou a tentativa de, segundo ela, dividir o País. "Está havendo uma luta política que prejudica a economia, a geração de empregos", alegou. Também disse que o governo defende a unidade do País, atendendo a todos os segmentos indistintamente.
Voltou a criticar a ação da Polícia Federal que, na sexta-feira, levou o ex-presidente Lula para depor usando o mecanismo da condução coercitiva. Para Dilma, tal atitude é inadmissível, pois Lula jamais teria se negado a depor. Ainda ironizou a alegação dada pelo juiz federal Sérgio Moro de que a medida fora adotada por questões de segurança. "Tem tipo de segurança muito estranho", afirmou.
Fez também referência aos vazamentos seletivos. Para a presidente, em muitos casos, nada é comprovado, mas o estrago já está feito. "Não devemos demonizar ninguém, tampouco as instituições e a imprensa. Precisamos aceitar as opiniões diferentes, mas exigimos respeito, assim como devemos dar respeito."
A solenidade ocorreu, de forma simultânea, em outras quatro cidades: Jundiaí (SP), Paracatu (MG), Sobral (CE) e Três Lagoas (MG), que acompanharam a transmissão do evento de Caxias do Sul. Na Serra Gaúcha, foram entregues 320 unidades habitacionais, que se somam a outras 1.430 já existentes no condomínio denominado Campos da Serra, formado por 10 torres.
A presidente afirmou que a casa própria representa uma nova etapa na vida das pessoas contempladas, que deixam de pagar aluguel, de morar de favor ou em área de risco.
"Antes deste programa, não havia apoio para a população de baixa renda ter acesso à casa própria. Agora, os beneficiários da menor faixa de renda pagam apenas 5% do valor do imóvel. O restante é bancado pelo governo federal", destacou.
Segundo a presidente, já foram ocupadas mais de 2,5 milhões de moradias e outras 1,6 milhão estão na fase final das obras para entrega. Anunciou que a terceira fase, que será anunciada em breve, contemplará de 1,5 milhão a 2 milhões de famílias. "Este é o maior programa habitacional da América Latina. É o uso correto dos impostos pagos pela população", assegurou Dilma.
 
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