Porto Alegre, quinta-feira, 03 de março de 2016. Atualizado às 22h34.
Dia do Meteorologista.
PREVISÃO DO TEMPO
PORTO ALEGRE AMANHÃ
AGORA
21°C
25°C
20°C
previsão do tempo
COTAÇÃO DO DÓLAR
em R$ Compra Venda Variação
Comercial 3,8010 3,8030 2,21%
Turismo/SP 3,7500 4,0500 0%
Paralelo/SP 3,7500 3,9400 2,71%
mais indicadores
Página Inicial | Opinião | Economia | Política | Geral | Internacional | Esportes | Cadernos | Colunas | GeraçãoE
ASSINE  |   ANUNCIE  |   ATENDIMENTO ONLINE
COMENTAR CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR

Artigo Notícia da edição impressa de 04/03/2016. Alterada em 03/03 às 19h52min

A educação e a Lei Anti Bullying

Carolina Hagemann Fraga

Os índices de violência aumentam a cada dia na nossa sociedade. O reflexo disso são consequências que passam a atingir diretamente o seio da sociedade, que é a família. E, por consequência, as fronteiras dessa violência atingem o ambiente escolar caracterizadas pelo bullying. Ele chegou a proporções tão estarrecedoras nos últimos anos que, a partir do dia 9 de fevereiro deste ano, passou a vigorar a Lei Anti Bullying que determinou que é dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática.
O Programa de Combate à Intimidação Sistemática define o bullying como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima, que tem prejuízo direto no rendimento escolar e nos relacionamentos com os amigos e com a família. Nos dias de hoje, a instituição chamada escola não pode se ater somente a aplicar conteúdos de Matemática, Física, Biologia e Português em sala de aula. É necessário e fundamental ensinar aos alunos que administrem seus conflitos e suas emoções. Eles precisam saber lidar com suas limitações! É trabalhar a educação socioemocional para colaborar na formação integral dessas futuras gerações. E isso tudo aplicado, também, com as famílias que compõem o ambiente escolar.
Pesquisas revelam que as escolas que aplicam a educação emocional na grade curricular têm redução no nível de violência, pois existe um maior respeito mútuo entre alunos, professores e até mesmo com os pais. Esses alunos apresentaram melhorias nas suas habilidades intrapessoais, que contemplam a autoestima e a resiliência (capacidade de resolver problemas). E, com a autoestima fortalecida, eles ficam menos suscetíveis às ofensas, humilhações e discriminações, que caracterizam o bullying. A educação emocional precisa ser matéria obrigatória dentro da sala de aula. É tratar o lado "ser" dos nossos estudantes, ensinando o respeito, a tolerância e a convivência pacífica.
Orientadora pedagógica
COMENTÁRIOS


DEIXE SEU COMENTÁRIO CORRIGIR ENVIAR imprimir IMPRIMIR
LEIA TAMBÉM
O empreendedorismo e as franquias Opinião econômica: O estagiário Procura-se jovem que saiba calcular. E o que ele procura? Opinião econômica: Eu aposto no Brasil

 EDIÇÃO IMPRESSA

Clique aqui
para ler a edição
do dia e edições
anteriores
do JC.


 
para folhear | modo texto
» Corrigir
Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.
Nome:
Email:
Mensagem:
» Indique esta matéria
[FECHAR]
Para enviar essa página a um amigo(a), preencha os campos abaixo:
De:
Email:
Amigo:
Email:
Mensagem:
 
» Comente esta notícia
[FECHAR]
  Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.  
  Nome:  
  Email:    
  Cidade:    
  Comentário:    
500 caracteres restantes
 
Autorizo a publicação deste comentário na edição impressa.
 
Digite o resultado
da operação matemática
neste campo