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Assistência Social Notícia da edição impressa de 18/03/2016. Alterada em 17/03 às 22h14min

Jovens em situação de risco passam a morar em novos abrigos

MARCO QUINTANA/JC
Unidades substituem as casas João de Barro e Quero-Quero

Jessica Gustafson

A prefeitura da Capital inaugurou, nesta quinta-feira, dois abrigos residenciais da rede da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), com capacidade para 20 pessoas cada. As instituições atendem jovens do sexo masculino, de 12 a 18 anos, com maior vulnerabilidade e risco social e que estão sob proteção do Estado, sendo encaminhados ao acolhimento provisório por meio de medida judicial. A criação dos espaços cumpre um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado entre a Fasc e o Ministério Público no final do ano passado.
De acordo com Cinara Vianna Dutra Braga, promotora da Infância e Juventude de Porto Alegre, foi montado um grupo de trabalho junto com a prefeitura para melhorar o atendimento aos menores. Alguns deles precisaram ser retirados do local onde viviam por ameaças de morte e envolvimento deles ou dos pais com o tráfico de drogas.
"No ano passado, foi observado que os antigos abrigos João de Barro e Quero-Quero acolhiam meninos que saíam da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase) ou da sua família e que precisavam de um local de proteção. Entretanto, esses ambientes não estavam em boas condições e não tinham equipe técnica. Apresentamos isso ao prefeito, que não tinha conhecimento da situação, e começamos a desenvolver uma solução", explica.
De acordo com Cinara, os abrigos novos são compostos por equipes técnicas completas, com assistentes sociais, psicólogos, enfermeiros, educadores, vigilantes e auxiliares de limpeza. "Queremos que esses adolescentes passem pela casa de acolhimento, mas que sejam prontamente encaminhados para a família de origem ou para uma substituta. Muitos sofreram violências graves e não podem mais retornar para os pais", afirma.
A promotora ressalta que existem na cidade 103 casas de acolhimento e que ainda faltam vagas. Contudo, considera que a construção de novas estruturas não resolverá totalmente o problema. "Precisamos dar condições para os que se encontram em acolhimento possam voltar para a família ou serem adotados. Hoje, a nossa maior dificuldade é a estrutura de encaminhamento. Temos que dar mais celeridade aos processos. Se eu conseguir encaminhar o quanto antes o jovem, não precisaremos criar mais vagas", ressalta.
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