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Contas Públicas Notícia da edição impressa de 15/03/2016. Alterada em 14/03 às 22h34min

Nova medida do governo eleva rombo nas contas

BIA FANELLI/FOLHAPRESS/JC
Segundo cálculos do próprio Ministério da Fazenda, impacto será de R$ 267,6 milhões ainda neste ano

O governo anunciou ontem mais uma medida que aumenta o rombo das contas públicas em 2016. Foram reduzidas, até 31 de dezembro, as taxas de juros dos empréstimos concedidos com recursos dos fundos constitucionais. Esse movimento vai diminuir o Patrimônio Líquido desses fundos e, com isso, a contribuição que eles dão para o superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) da União. Pelos cálculos do Ministério da Fazenda, somente neste ano, o impacto deverá alcançar R$ 267,6 milhões.
A medida terá reflexos sobre o esforço fiscal até 2019. Em 2017, o impacto será de R$ 312,2 milhões. Em 2018, de R$ 219,8 milhões, e em 2019, de R$ 136,9 milhões. Ainda de acordo com a Fazenda, a redução no Patrimônio Líquido dos três fundos será de R$ 1,8 bilhão. A redução das taxas foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na última sexta-feira.

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