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eleições 2016 Notícia da edição impressa de 19/02/2016. Alterada em 18/02 às 21h49min

PT define candidato à prefeitura em março

ANTONIO PAZ/JC
Deputado federal Henrique Fontana, ex-ministra e deputada federal Maria do Rosário e ex-prefeito de Porto Alegre Raul Pont estão no páreo

A desistência da deputada estadual Manuela d'Ávila (PCdoB) em participar das eleições de Porto Alegre, anunciada na quarta-feira, teve como reflexo imediato a aceleração nas articulações dos demais partidos. No PT, houve a ampliação do debate interno para definir um nome à disputa. No pleito deste ano, o partido sinalizava que, pela primeira vez, deixaria a cabeça de chapa com outro partido, apoiando Manuela. Sem a candidata do PCdoB, que liderava as pesquisas de intenção de voto, o partido deve lançar um nome próprio. Na disputa estão os deputados federais Henrique Fontana e Maria do Rosário e o ex-prefeito da Capital Raul Pont. A decisão acontecerá em março.
Oposição às gestões de José Fogaça (PMDB) e José Fortunati (PDT), PT e PCdoB caminhavam para um reencontro nas eleições de 2016. Em 2008 e 2012, cada partido lançou uma candidatura o que, na avaliação de muitos dirigentes das siglas, acabou enfraquecendo o campo político de oposição. Com a decisão da deputada de se dedicar à maternidade, o partido deve apresentar um nome e espera ter o apoio do PCdoB. "Manifestamos profundo respeito pela decisão da deputada e mantemos o desejo da construção de uma frente de esquerda", afirmou o presidente municipal do partido, Rodrigo Oliveira. O dirigente afirmou que, ao longo do mês de março, o partido realizará consultas junto aos militantes e à direção para definir o nome da disputa. "Temos a necessidade de afunilar e apresentar um nome", disse. Oliveira salienta ainda que, apesar de uma movimentação nas redes sociais em prol da candidatura do ex-governador Olívio Dutra, essa possibilidade está descartada. "Este é um movimento espontâneo, mas não integra o processo decisório do PT."
A líder da bancada do PT na Câmara Municipal, Sofia Cavedon, afirmou que os partidos continuarão dialogando para propor um projeto e uma candidatura que enfrentem o atual governo municipal. "Vamos apresentar um projeto alternativo à esta gestão, que está centrada em privilégios." Além do PCdoB, o PTB e o PR são partidos que o PT espera dialogar em prol de uma futura candidatura. "Vamos ampliar este debate para construir uma frente unificada."

Luciana Genro diz ter 'uma grande responsabilidade'


Ex-deputada federal e pré-candidata à prefeitura de Porto Alegre, Luciana Genro (P-Sol), afirmou que a desistência da deputada estadual Manuela D'Ávila (PCdoB) da disputa coloca "uma grande responsabilidade" sobre sua candidatura.
"Temos o desafio de mostrar a todos os que estão em busca de renovação e de uma política conectada com as necessidades do povo, das mulheres, dos LGBTs, dos negros, enfim, de todos os que vivem as opressões deste sistema político apodrecido, que em Porto Alegre podemos começar a construir esta mudança", afirmou em nota.
Luciana relatou as dificuldades que enfrentou no início de sua maternidade, aos 17 anos, e disse compreender "muito bem" a decisão de Manuela, em acompanhar o desenvolvimento da filha nos primeiros meses. "Vejo que ela foi coerente com a luta das mulheres e com a luta em defesa do direito das crianças".
A pré-candidata declarou ainda que deseja "muito ganhar esta disputa" e que a vitória virá somente com uma grande mobilização popular.
O P-Sol é oposição aos governos federal e estadual e limita as alianças políticas ao campo ideológico mais à esquerda, que inclui partidos como o PSTU.
Luciana já havia disputado a prefeitura de Porto Alegre em 2008, ficando em quarto lugar, com 72.863 votos. Em 2014, a ex-deputada federal concorreu à presidência da República, conquistando a quarta posição e 1,55% dos votos válidos.
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