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Inovação Notícia da edição impressa de 15/02/2016. Alterada em 14/02 às 22h38min

Laboratório desenvolve base para superímãs

IPT/DIVULGAÇÃO/JC
Projeto conseguiu obter didímio metálico pela primeira vez no Brasil

Guilherme Daroit

Dos rejeitos da mineração, pode estar surgindo, no Brasil, um novo nicho de mercado com potencial global. Matéria-prima para superímãs com diversas aplicações, principalmente em motores e turbinas eólicas, o didímio metálico acaba de ser obtido pela primeira vez no País. A conquista é de um projeto de pesquisa em parceria da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), órgão do governo paulista, que vê, na novidade, a possibilidade de tornar o Brasil uma alternativa em um mercado dominado pela China.
"Há um potencial grande de fornecimento no mercado nacional e, também, de poder se colocar como importante player para o mercado mundial", argumenta o pesquisador do IPT e coordenador do projeto, João Batista Ferreira Neto. O cientista credita a possibilidade às incertezas quanto ao fornecimento do material pelos chineses, responsáveis por mais de 90% da produção mundial. Em 2010, o país asiático colocou barreiras para a exportação, o que fez dispararem os preços do produto até a intervenção da Organização Mundial do Comércio (OMC) em 2014. "Mas é algo que pode acontecer de novo, e regiões dependentes, como Japão, Estados Unidos e Europa, estão de olho, procurando alternativas", agrega.

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