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ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Notícia da edição impressa de 01/02/2016. Alterada em 31/01 às 22h32min

Brum apresenta balanço da sua gestão na presidência da Casa

GUERREIRO/AGÊNCIA ALRS/JC
Presidente lamentou bloqueio das entradas do Parlamento

Prestes a deixar o cargo, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Edson Brum (PMDB), comemorou a economia de R$ 85 milhões feita pelo parlamento em 2015. Entretanto, a gestão de Brum também foi marcada por decisões polêmicas, como, por exemplo, realizar sessões restringindo a entrada do público a maioria servidores públicos que protestava contra projetos enviados pelo governo José Ivo Sartori (PMDB).
Quando assumiu, solidário à crise econômica enfrentada pelo Rio Grande do Sul, Brum tinha como meta economizar o equivalente a 5% do orçamento do Estado. "Atingimos os R$ 85 milhões e isso significa um índice significativo de 15%", comemorou ao apresentar o balanço da sua gestão à imprensa. O peemedebista explicou que o trabalho de racionalização dos gastos do parlamento foi feito por vários presidentes, inclusive ele, através de campanhas para o uso racional de água, luz e impressões.
Por outro lado, o funcionalismo público reclamou que a gestão de Brum, por vezes, teria sido abitrária ao restringir o acesso às galerias em votações de projetos do ajuste fiscal gaúcho, como a Lei de Responsabilidade Fiscal estadual, que, entre outros itens, permite que o governo congele o salário do funcionalismo quando a receita do Estado não crescer. Na sessão extraordinária em que essa e outras matérias polêmicas foram apreciadas, o acesso às galerias foi controlado.
O presidente do Legislativo teria tomado essa medida depois que manifestantes bloquearam as entradas do parlamento em um protesto realizado em setembro. Ao apresentar o balanço, Brum fez menção ao incidente: "Deixo a presidência com a consciência do dever cumprido e satisfeito, mesmo diante de acontecimentos desagradáveis, como naquele 15 de setembro, quando, pela primeira vez em 180 anos de história, o Parlamento gaúcho teve suas portas fechadas pela vontade de uma minoria, fato que não havia ocorrido nem mesmo nos duros anos do regime militar".
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