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Lava Jato Notícia da edição impressa de 11/01/2016. Alterada em 10/01 às 22h20min

Ex-deputado do PP negocia delação e cita Jaques Wagner e Aécio Neves

ANTONIO CRUZ/ABR/JC
Ministro Jaques Wagner

Em negociação com a força-tarefa da Operação Lava Jato e com a Procuradoria-Geral da República (PGR) para firmar um acordo de delação premiada, o ex-presidente do Partido Progressista (PP) Pedro Corrêa adiantou ter informações capazes de comprometer aproximadamente 100 políticos, entre eles dois ministros do atual governo: Jaques Wagner (PT), da Casa Civil, e Aldo Rebelo (PCdoB), da Defesa. A relação apresentada por Corrêa durante as tratativas inclui ainda o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais.
Preso em Curitiba, Corrêa foi condenado a 20 anos de prisão sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro no esquema da Petrobras. A sentença aponta recebimento de R$ 11,7 milhões em propina. O ex-deputado federal por Pernambuco já havia sido condenado a sete anos de prisão no processo do mensalão.

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