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Tecnologia Notícia da edição impressa de 19/01/2016. Alterada em 18/01 às 21h35min

Oracle prevê adoção mais intensa de Big Data

JUCA VARELLA/TOUAREG/DIVULGAÇÃO/JC
Lemos explica as funcionalidades da ferramenta para as empresas

Patricia Knebel

A previsão é de mais um ano difícil, com o cenário conjuntural brasileiro e do exterior agitado e incerto. E, em período de crise, as empresas precisam mais do que nunca usar a tecnologia para entender os seus clientes e oferecer os produtos e serviços que eles estão procurando, de forma certeira. Se o assunto é usar as informações de forma inteligente e ágil, o Big Data parece, cada vez mais, ser a resposta. Os fornecedores globais querem acelerar a adoção dessas ferramentas e ajudar as empresas de todos os portes a coletar e usar melhor os seus dados. O vice-presidente de Tecnologia da Oracle para a América Latina, Fernando Lemos, acredita que em 2016, os esforços para tornar o Big Data mais popular serão cada vez mais intensos. "Muitas empresas estão usando essas ferramentas para encurtar o caminho e ter uma relação mais direta com cliente final. Vemos ótimas perspectiva esse ano para Big Data, Analytics e Internet das Coisas", observa.
Jornal do Comércio - Qual o potencial de adoção de soluções de Big Data em 2016 pelas empresas brasileiras?
Fernando Lemos - Big Data já tem uma relevância grande nos negócios da Oracle no Brasil e na América Latina, e acredito que irá crescer ainda mais nesse ano. Essa tecnologia é uma das nossas apostas porque ajuda as empresas a descobrirem melhor o comportamento dos seus produtos e serviços junto aos clientes e, com isso, agir para reduzir custos ou aumentar a receita nos negócios. São ações que antes apenas as áreas de marketing faziam e que agora, a partir dessas ferramentas de analytics, são realidade para qualquer setor de uma corporação.
JC - Como a Oracle trabalha essa estratégia?
Lemos - A partir de uma visão não mais de 360°, mas de 720° graus, em que avaliamos os dados internos da empresa e também os que chegam de fora para dentro, a partir das redes sociais, blogs, call centers e buscadores, como Google. Com isso, é possível começar a montar um repositório completo das informações e analisá-las de forma inteligente. Usamos técnicas de machine learning e processos de análise de sentimentos para fazer parte de toda essa nossa plataforma de Big Data. Também estamos trabalhando com a internet das coisas para conseguir capturar, por exemplo, a interação das pessoas no carro, que tipo de música ouvem. Isso resulta em um valor agregado grande para os negócios dos clientes.
JC - De que forma é possível captar sentimentos que possam auxiliar os negócios por meio das rede sociais?
Lemos - Uma empresa de varejo que publica uma nova peça de roupa, com as ferramentas corretas, consegue identificar o que os usuários estão curtindo mais e comentando. Já na central de atendimento, a voz pode ser convertida para texto e, se o atendente perceber que o cliente está ficando irritado, pode transferi-lo para uma ilha mais especializada. Toda interação pode ser transformada em informação para a tomada de decisão.
JC - Que perfil de empresa está adotando Big Data?
Lemos - Atendemos pequenas, médias e grandes empresas, de mercados como varejo, finanças, telecom, vendas e atendimento. Também percebemos uma demanda crescente por parte das startups, o que mostra que mesmo empresas de menor porte podem se beneficiar.
JC - Qual a principal aplicação que as startups costumam fazer do Big Data?
Lemos - Um dos principais focos destas empresas nascentes com o Big Data é usar a tecnologia para descobrir o perfil dos usuários e, assim, conseguir recomendar os seus produtos ou serviços de maneira mais assertiva.
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