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Estados Unidos Notícia da edição impressa de 16/12/2015. Alterada em 15/12 às 20h05min

Ameaça de bomba fecha escolas em Los Angeles

ROBYN BECK/AFP/JC
Motoristas de ônibus escolares levaram estudantes de volta para casa

A Diretoria Unificada de Ensino de Los Angeles determinou ontem o fechamento das cerca de mil escolas públicas no condado de Los Angeles, dentro da cidade californiana de mesmo nome, depois que membros da diretoria de diversas unidades receberam ameaças de bomba.
Segundo o superintendente de escolas da região, Ramon Cortines, a ameaça foi feita "de forma eletrônica" e os autores citavam mochilas e pacotes como os locais que poderiam alojar um possível explosivo.
"Pedi aos gerentes administrativos que sigam para as escolas e, se virem algo fora do padrão, chamem a polícia. Não devem tocar em nada."
A determinação foi para que todas as unidades de ensino permanecessem fechadas até que os policiais conseguissem inspecioná-las e determinar que estavam livres de qualquer perigo. Cortines não informou quantas escolas receberam a ameaça.
O fechamento foi decretado por volta das 7h locais (13h em Brasília). Os motoristas dos ônibus que conduziam alunos às instituições de ensino retornaram e levaram os estudantes para casa.
A polícia também orientou que nenhum aluno ou professor se aproximasse das unidades de ensino. Não foram relatadas informações sobre pacotes suspeitos ou explosivos. Cerca de 640 mil crianças e adolescentes estudam nas escolas públicas do condado de Los Angeles.
A ameaça ocorre duas semanas após um casal inspirado pelo Estado Islâmico (EI) matar 14 pessoas em San Bernardino, na área metropolitana de Los Angeles. Questionado pela imprensa local sobre o motivo do fechamento, Cortines descreveu a ameaça como "estranha" e citou o recente ataque a tiros na cidade vizinha.

Departamento de Segurança Interna planeja vasculhar redes sociais para emitir vistos


O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos está trabalhando em um projeto para implementar a análise de publicações em redes sociais de pessoas que solicitarem vistos para visitar e, principalmente, morar no país. O plano, revelado pelo jornal The Wall Street Journal, dá continuidade a três projetos-piloto adotados no começo deste ano, que analisam de forma intermitente esse tipo de site. A nova estratégia leva em conta os recentes ataques de atiradores em San Bernardino, na Califórnia, no dia 2.
A paquistanesa Tashfeen Malik, autora dos ataques ao lado do marido, o norte-americano de origem paquistanesa Syed Rizwan Farook, se mudou para os Estados Unidos em 2014, com um visto do tipo K-1, para pessoas que vão se casar com nativos dos EUA.
Segundo as investigações do caso, Tashfeen, que morreu durante uma perseguição policial, prometera lealdade ao Estado Islâmico em publicações usando um pseudônimo no Facebook. Ainda não está claro quanto tempo seria necessário para implementar esse programa de escrutínio de redes sociais, tampouco como funcionaria.
A agência Reuters, citando o jornal Los Angeles Times, também disse que funcionários do Departamento de Segurança Interna confirmaram a nova política de análise de rastros digitais que o órgão deve adotar, mas não especificaram quais técnicas de monitoramento seriam usadas a cautela com relação a possível invasão de privacidade é uma questão importante.
Os EUA têm discutido, depois dos ataques de San Bernardino, mudanças na emissão de vistos. O Congresso aprovou, por exemplo, o veto à entrada no programa de isenção de vistos que os EUA mantêm com diversos países (considerado crucial para a indústria do turismo e que beneficia até 20 milhões de viajantes) a qualquer pessoa que tenha visitado, recentemente, o Iraque ou a Síria.
Também está em curso uma revisão na relação de vistos do tipo K-1. Cerca de 90 mil permissões dadas nos últimos dois anos serão analisadas e é possível que haja uma moratória ao programa.
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