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Infraestrutura Notícia da edição impressa de 31/12/2015. Alterada em 30/12 às 21h38min

Metalúrgicos demitidos de plataforma serão indenizados

AGÊNCIA PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
Operários que construíram o navio Cidade de Itaguaí para a Bacia de Santos têm R$ 17 milhões atrasados

Um acordo judicial firmado com a intermediação do Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ) vai garantir o pagamento parcelado de R$ 17 milhões de verbas rescisórias a cerca de 1.100 operários que trabalhavam na construção de 10 módulos para o navio plataforma FPSO Cidade de Itaguaí. As indenizações trabalhistas são devidas pela Empresa Brasileira de Engenharia (EBE), que tem contratos com a japonesa Modec, em obras para a Petrobras realizadas em um canteiro localizado em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio.
As demissões ocorreram em março deste ano, diante dos problemas financeiros enfrentados pela empresa e das dificuldades em firmar novos contratos. Pelo acordo entre a empresa e o Sindicato dos Metalúrgicos do Rio na 1ª Vara, o pagamento da dívida total será parcelado em até 21 prestações. As rescisões devidas a cada trabalhador - que variam de R$ 5 mil a R$ 15 mil - serão pagas em parcelas mensais, até 10 de outubro de 2017. A proposta pretende solucionar o impasse vivido pelos trabalhadores desde o final do ano passado, quando a categoria entrou em greve, e a empresa concordou em pagar participação nos lucros e resultado, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e salários que estavam em atraso, após conciliação intermediada pelo MPT. Em janeiro, a EBE concedeu férias coletivas e licença remunerada aos trabalhadores, em decorrência da dificuldade de firmar novos contratos.

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