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Tecnologia

17/11/2015 - 19h29min. Alterada em 26/06 às 13h34min

SAP Brasil tem uma líder no comando pela primeira vez

Cristina Palmaka é presidente da SAP Brasil desde 2013

Cristina Palmaka é presidente da SAP Brasil desde 2013


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Cristina Palmaka, 47 anos, é desde 2013 a presidente da SAP Brasil - a primeira mulher a ocupar o cargo principal da empresa em 20 anos de história da multinacional no País. Ela está acostumada a liderar equipes desde os 24 anos. Gosta de montar times, ver as pessoas crescerem e considera que o mais importante é deixar um legado.
Vida profissional e pessoal
Para o sucesso de uma carreira é essencial acreditar no caminho escolhido. Trabalhar com um propósito, garantir constante desenvolvimento, estar aberto ao novo com foco na inovação e montar times de alta performance que garantam crescimentos sustentáveis são algumas das formas de transformar desafios em excelentes oportunidades. Para gerenciar isso com a vida pessoal, o segredo é destacar compromissos que são imprescindíveis e que não podem ser negociados. É preciso fazer escolhas para manter um equilíbrio saudável. Sou casada há 18 anos e tenho uma filha de nove anos. Sábados e domingos são dias em que busco ao máximo dedicar a eles. Além disso, mantenho uma válvula de escape das tensões diárias: corro de três a quatro vezes por semana.
Conscientização
O trabalho de conscientização é decisivo para permitir à mulher uma plena realização. E passa por uma reestruturação cultural, já que, para poder se dedicar também à vida profissional, ela necessita de apoio e divisão de tarefas no ambiente familiar. Isso só se obtém com uma recolocação de conceitos, com o estímulo à participação masculina no atendimento das necessidades da casa e do cuidado com filhos e tarefas rotineiras.
O papel das empresas
É importantíssima a criação de ambiente propício e inclusivo para o desenvolvimento de lideranças femininas. É fundamental a ampliação e vigilância pelo cumprimento de conquistas práticas que facilitam a permanência feminina nas empresas - como creches para os filhos, programas especiais para gestantes e horários flexíveis em casos de amamentação, entre outros.
Preconceito
Nunca senti discriminação pelo fato de ser mulher. Isso se deve, talvez, ao fato de eu sempre ter trabalhado em empresas muito abertas, com grande presença feminina em posições de liderança. Na SAP, por exemplo, temos 36% de funcionárias e 25% delas são líderes. E o mais importante é que conquistaram seus cargos por mérito e não por métrica. Acredito que o talento, a seriedade e a disciplina sempre se impõem no trabalho e no ambiente.
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