As operadoras de planos de saúde médico-hospitalares registraram lucro líquido de R$ 6 bilhões no Brasil no primeiro trimestre de 2026, apontam dados divulgados nesta terça-feira pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
O resultado é o segundo maior para o período de janeiro a março na série histórica do órgão, que reúne informações desde 2018. O desempenho ficou atrás apenas do verificado no primeiro trimestre do ano passado (R$ 6,9 bilhões). Houve queda de 12,3% nessa base de comparação. A ANS publica a série em valores nominais (sem ajuste pela inflação). Conforme a agência, a redução está bastante associada a um efeito não recorrente (pontual ou atípico) de provisionamento de recursos (reserva financeira) por uma grande operadora do setor.
O resultado operacional dos planos médico-hospitalares, a diferença entre as receitas e as despesas diretamente ligadas à operação de saúde, ficou positivo em R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre deste ano. Também é o segundo maior nível da série para o período de janeiro a março. Está abaixo apenas do registrado nos três meses iniciais do ano passado (R$ 4,4 bilhões). Também é o segundo maior nível da série para o período de janeiro a março. Está abaixo apenas do registrado nos três meses iniciais do ano passado (R$ 4,4 bilhões). A sinistralidade (proporção da receita usada para cobrir despesas assistenciais) chegou a 81%. Ficou 1,8 ponto percentual acima da verificada no 1º trimestre de 2025.


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