A indústria de fundos registrou captação líquida de R$ 48,5 bilhões em fevereiro, conforme dados divulgados ontem pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). No acumulado do ano, as entradas líquidas já somam R$ 134,3 bilhões. O patrimônio líquido (PL) da indústria é de R$ 10,9 trilhões.
Os fundos de renda fixa lideraram o resultado de fevereiro, com captação líquida de R$ 55,6 bilhões, ligeiramente abaixo dos R$ 58,5 bilhões registrados em janeiro. O destaque ficou para os fundos do tipo renda fixa duração baixa soberano (que investem 100% em títulos públicos federais), responsáveis por entradas líquidas de R$ 18,1 bilhões.
Os ETFs também apresentaram desempenho positivo, com captação líquida de R$ 5,8 bilhões, valor que supera com folga os R$ 3,3 bilhões registrados em janeiro. Os ETFs de renda fixa responderam pela maior parte do resultado, com entradas líquidas de R$ 5 bilhões, enquanto os ETFs de renda variável registraram captação de R$ 753,9 milhões. Esses fundos vêm se destacando desde 2025, quando atingiram o recorde de R$ 23,1 bilhões em captação líquida - o maior valor desde o início da série histórica da Anbima, que começa em 2004.


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