Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

grécia

- Publicada em 31 de Dezembro de 2014 às 00:00

Primeiro-ministro solicita dissolução do Parlamento


ARIS MESSINIS/AFP/JC
Jornal do Comércio
O primeiro-ministro da Grécia, Antonis Samaras, solicitou formalmente, nesta terça-feira, a dissolução do Parlamento, um dia após o candidato único do governo grego à presidência ter sido rejeitado pela casa legislativa pela terceira e última vez.
O primeiro-ministro da Grécia, Antonis Samaras, solicitou formalmente, nesta terça-feira, a dissolução do Parlamento, um dia após o candidato único do governo grego à presidência ter sido rejeitado pela casa legislativa pela terceira e última vez.
O conservador Stavros Dimas, do partido Nova Democracia, precisava de 180 votos favoráveis para ser eleito, mas conseguiu apenas 168, forçando o país a convocar eleições gerais para o dia 25 de janeiro, um ano e meio antes do previsto. Por enquanto, as pesquisas indicam a vitória da legenda esquerdista Syriza, que é contrária à política de austeridade adotada pelo governo atual para recuperar a economia.
Em reunião com o presidente Karolos Papoulias, Samaras atribuiu a derrota de Dimas ao Syriza. A dissolução do Parlamento, que marca o início de um período de incertezas na política grega no próximo mês, ocorre quando um decreto presidencial é assinado e fixado nas portas das duas entradas principais do Parlamento, no centro de Atenas. Isso deve ocorrer somente nesta quarta-feira, mas a campanha eleitoral está em andamento.
A ameaça cada vez mais forte de uma vitória do Syriza nas eleições tem causado uma fuga de capital da Grécia. Os investidores temem que a população eleja um grupo político contrário à política de austeridade e, dessa forma, interrompa o processo de recuperação gradual da economia grega e da zona do euro.
“Quando se trata da segurança e da estabilidade de nossa nação, então você entende que uma batalha de verdade e de responsabilidade é necessária”, disse Samaras. “Com a presença do país na Europa, dependendo esta batalha, você entende que vamos abordá-la com um sentido de responsabilidade para o futuro dos nossos filhos”, acrescentou.
Conteúdo Publicitário
Leia também
Comentários CORRIGIR TEXTO