Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CONJUNTURA

- Publicada em 30 de Junho de 2011 às 00:00

Governo fixa meta de inflação de 2013 em 4,5%


Jornal do Comércio
O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu nesta quinta-feira (30) manter a meta de inflação de 2013 em 4,5% com uma margem de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O CMN também confirmou a meta de 2012 em 4,5% com a mesma margem.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu nesta quinta-feira (30) manter a meta de inflação de 2013 em 4,5% com uma margem de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. O CMN também confirmou a meta de 2012 em 4,5% com a mesma margem.
Ao explicar a decisão do CMN, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Márcio Holland, ressaltou que a equipe econômica fixou a meta de 2013 levando em consideração as incertezas do mercado internacional e também a necessidade de o país crescer de forma sustentada nos próximos anos.
"A decisão tem por objetivo garantir o controle inflacionário e dar a flexibilidade necessária para a política monetária de forma compatível tanto com o potencial produtivo da economia quanto com cenário de incertezas originárias do mercado internacional", disse Holland.
Entre essas incertezas está o comportamento dos preços de commodities, especialmente o petróleo. Já no cenário doméstico, o governo preferiu ter cautela na hora de fixar a meta futura uma vez que a inflação está acima do centro de 4,5% definido para 2011.
Mesmo assim, Holland destacou que  a inflação tem ficado dentro das bandas de tolerância da meta desde 2005, sendo que se isso ocorrer em 2011 e 2012, o país terá conseguido manter esse comportamento por oito anos seguidos. "A economia brasileira mostrou extraordinária capacidade de recuperação. Junto com essa recuperação, veio a expansão do mercado de trabalho e o aumento dos preços de commodities, alimentos e etanol. Assim, a inflação teve um comportamento fora do desejado no início do ano, mas a partir de maio, vem apresentando desaceleração."
Segundo o secretário, o governo continua trabalhando para que o país mantenha a inflação dentro do centro da meta e que esse índice - que ainda é elevado em relação a outros emergentes - seja menor no futuro: "A determinação do governo é em duas direções : manter a inflação controlada dentro do centro da meta e enveredar esforços importantes na direção de menores inflações no futuro. Obviamente, o cenário internacional agora não é o mais adequado".
Conteúdo Publicitário
Leia também
Comentários CORRIGIR TEXTO