O Rio Grande do Sul, de acordo com o atlas eólico realizado pelo governo estadual em 2014, apresenta um potencial de geração de 103 mil MW onshore (em terra) com ventos acima de 7 metros por segundo a 100 metros de altura. Apesar de ser cerca de 50 vezes mais do que a potência em operação hoje em solo gaúcho, o Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul (Sindienergia-RS) sustenta que é preciso atualizar o levantamento, já que, com o avanço da tecnologia dos aerogeradores, esse número tende a ser ainda maior.
“Essa é uma demanda que estamos fazendo para a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura”, comenta a presidente da entidade, Daniela Cardeal. Ela acrescenta que o próximo atlas deverá atualizar o potencial eólico na terra e também no mar e em lagoas.
O diretor de Eólicas do Sindienergia-RS, Guilherme Sari, acrescenta que, além da área de Santa Vitória do Palmar, a Fronteira Oeste e a Campanha gaúcha apresentam hoje boas condições de geração eólica e de transmissão de energia. No caso dessa última região, um fator que incentivou o fortalecimento do sistema de transmissão naquela localidade, inicialmente, foi a operação de duas termelétricas a carvão no município de Candiota (Candiota 3 e Pampa Sul).
Sari calcula que há hoje condição de conexão de mais de 1,1 mil MW naquela localidade. Recentemente, foi anunciada na região, mais precisamente no município de Pinheiro Machado, a intenção da instalação de um parque eólico de 700 MW de potência instalada. O investimento no complexo, que é fruto de uma colaboração entre as empresas Casa dos Ventos e DGE Soluções Renováveis, é estimado em cerca de R$ 4 bilhões e a expectativa de início de operações é para 2029.
Outro fato ressaltado por Sari é que a empresa europeia Nordex, neste mês de maio, escolheu o Rio Grande do Sul para fazer o lançamento mundial do seu novo aerogerador com cerca de 7 MW de capacidade. “Eles (Nordex) estão enxergando o Rio Grande do Sul como a bola da vez na questão da energia eólica”, frisa o diretor do Sindienergia-RS. Ele salienta que a companhia ainda mantém a ideia de implementar uma unidade de fabricação de torres eólicas no Estado.
O Rio Grande do Sul, de acordo com o atlas eólico realizado pelo governo estadual em 2014, apresenta um potencial de geração de 103 mil MW onshore (em terra) com ventos acima de 7 metros por segundo a 100 metros de altura. Apesar de ser cerca de 50 vezes mais do que a potência em operação hoje em solo gaúcho, o Sindicato da Indústria de Energias Renováveis do Rio Grande do Sul (Sindienergia-RS) sustenta que é preciso atualizar o levantamento, já que, com o avanço da tecnologia dos aerogeradores, esse número tende a ser ainda maior.
“Essa é uma demanda que estamos fazendo para a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura”, comenta a presidente da entidade, Daniela Cardeal. Ela acrescenta que o próximo atlas deverá atualizar o potencial eólico na terra e também no mar e em lagoas.
O diretor de Eólicas do Sindienergia-RS, Guilherme Sari, acrescenta que, além da área de Santa Vitória do Palmar, a Fronteira Oeste e a Campanha gaúcha apresentam hoje boas condições de geração eólica e de transmissão de energia. No caso dessa última região, um fator que incentivou o fortalecimento do sistema de transmissão naquela localidade, inicialmente, foi a operação de duas termelétricas a carvão no município de Candiota (Candiota 3 e Pampa Sul).
Sari calcula que há hoje condição de conexão de mais de 1,1 mil MW naquela localidade. Recentemente, foi anunciada na região, mais precisamente no município de Pinheiro Machado, a intenção da instalação de um parque eólico de 700 MW de potência instalada. O investimento no complexo, que é fruto de uma colaboração entre as empresas Casa dos Ventos e DGE Soluções Renováveis, é estimado em cerca de R$ 4 bilhões e a expectativa de início de operações é para 2029.
Outro fato ressaltado por Sari é que a empresa europeia Nordex, neste mês de maio, escolheu o Rio Grande do Sul para fazer o lançamento mundial do seu novo aerogerador com cerca de 7 MW de capacidade. “Eles (Nordex) estão enxergando o Rio Grande do Sul como a bola da vez na questão da energia eólica”, frisa o diretor do Sindienergia-RS. Ele salienta que a companhia ainda mantém a ideia de implementar uma unidade de fabricação de torres eólicas no Estado.