Depois de ter inaugurado no ano passado em Santana do Livramento o parque eólico Coxilha Negra, com 302,4 MW de capacidade e resultado de um investimento de R$ 2,4 bilhões, a Axia Energia (antiga Eletrobras) ainda avalia novos projetos no Rio Grande do Sul. Além da própria cidade da Fronteira Oeste, o diretor-presidente da empresa na região Sul, Cleicio Poleto Martins, cita Santa Vitória do Palmar como local a ser observado.
“Lá (em Santa Vitória do Palmar) também é uma região em que os ventos sopram a favor”, brinca Martins. Contudo, ele enfatiza que a continuidade das iniciativas dependerá da atratividade dos leilões de energia que serão realizados futuramente. Martins adianta que a venda de energia pelo ambiente do mercado livre (formado por grandes consumidores que podem escolher de quem comprar a energia) também é uma possibilidade, desde que o contrato seja firmado antes da construção do parque eólico.
“É importante a gente ter a previsibilidade do retorno financeiro”, assinala o diretor-presidente da Axia Energia na região Sul. Ele explica que o Brasil apresenta, neste momento, uma sobra de oferta de energia de cerca de 10% a 12%. Porém, nos próximos anos, o dirigente prevê que irá voltar a necessidade estrutural de se fazer novos investimentos em geração de energia no País.
Depois de ter inaugurado no ano passado em Santana do Livramento o parque eólico Coxilha Negra, com 302,4 MW de capacidade e resultado de um investimento de R$ 2,4 bilhões, a Axia Energia (antiga Eletrobras) ainda avalia novos projetos no Rio Grande do Sul. Além da própria cidade da Fronteira Oeste, o diretor-presidente da empresa na região Sul, Cleicio Poleto Martins, cita Santa Vitória do Palmar como local a ser observado.
“Lá (em Santa Vitória do Palmar) também é uma região em que os ventos sopram a favor”, brinca Martins. Contudo, ele enfatiza que a continuidade das iniciativas dependerá da atratividade dos leilões de energia que serão realizados futuramente. Martins adianta que a venda de energia pelo ambiente do mercado livre (formado por grandes consumidores que podem escolher de quem comprar a energia) também é uma possibilidade, desde que o contrato seja firmado antes da construção do parque eólico.
“É importante a gente ter a previsibilidade do retorno financeiro”, assinala o diretor-presidente da Axia Energia na região Sul. Ele explica que o Brasil apresenta, neste momento, uma sobra de oferta de energia de cerca de 10% a 12%. Porém, nos próximos anos, o dirigente prevê que irá voltar a necessidade estrutural de se fazer novos investimentos em geração de energia no País.