Porto Alegre,

Publicada em 24 de Agosto de 2026 às 17:50

Justiça mantém monitoramento da pesca do bagre no Litoral Norte do RS

Monitoramento será mantido na próxima safra, sob coordenação do município de Imbé

Monitoramento será mantido na próxima safra, sob coordenação do município de Imbé

Emater-RS Ascar/Divulgação/JC
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Jornal Cidades
A continuidade do Projeto de Automonitoramento da Pesca do Bagre foi definida durante audiência realizada na tarde desta segunda-feira (24), no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscon) da Justiça Federal, em Porto Alegre. Ficou estabelecido que o monitoramento será mantido na próxima safra, sob coordenação do município de Imbé, com possibilidade de adesão de outros municípios da Bacia do Rio Tramandaí.
A continuidade do Projeto de Automonitoramento da Pesca do Bagre foi definida durante audiência realizada na tarde desta segunda-feira (24), no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscon) da Justiça Federal, em Porto Alegre. Ficou estabelecido que o monitoramento será mantido na próxima safra, sob coordenação do município de Imbé, com possibilidade de adesão de outros municípios da Bacia do Rio Tramandaí.
Durante o encontro, os resultados históricos do automonitoramento foram considerados relevantes para o processo de reclassificação do bagre na lista de espécies ameaçadas. A espécie, atualmente classificada como “Em perigo”, poderá passar para a categoria “Vulnerável”. A alteração ainda depende de aprovação da Comissão Nacional da Biodiversidade (Conabio).
Também foi discutida a possibilidade de destinação de recursos financeiros pelo Poder Judiciário para a continuidade do projeto, provenientes de multas aplicadas por pesca predatória no Litoral Norte. A audiência ainda destacou os resultados do automonitoramento na integração dos pescadores ao processo e nas ações de educação ambiental desenvolvidas a partir do projeto.

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