Porto Alegre,

Publicada em 30 de Junho de 2026 às 18:26

Itens descartados viram decoração em parque de Novo Hamburgo

Pneus foram transformados em floreiras

Pneus foram transformados em floreiras

Luiz Fernando/DIVULGAÇÃO/CIDADES
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Jornal Cidades
No Parque Floresta Imperial, em Novo Hamburgo, materiais que iriam para descarte estão ganhando novos usos e chamando a atenção de quem frequenta o local. São obras criadas pelo servidor da Comur, Luiz Fernando de Souza dos Santos, que unem criatividade e sustentabilidade a partir do reaproveitamento de itens como pneus, madeira e tinta.
No Parque Floresta Imperial, em Novo Hamburgo, materiais que iriam para descarte estão ganhando novos usos e chamando a atenção de quem frequenta o local. São obras criadas pelo servidor da Comur, Luiz Fernando de Souza dos Santos, que unem criatividade e sustentabilidade a partir do reaproveitamento de itens como pneus, madeira e tinta.
Responsável pela manutenção e limpeza do parque, Luiz Fernando aproveita os dias de chuva, quando as atividades externas precisam ser interrompidas, para colocar a criatividade em prática. Com materiais que seriam descartados, ele produz floreiras e peças decorativas que ajudam a embelezar o espaço e torná-lo ainda mais atrativo para as crianças.
Um dos exemplos são os pneus utilizados na proteção de mudas de compensação ambiental. Após serem retirados para permitir o desenvolvimento adequado das árvores, o material, que seria descartado, passou a ser incorporado às criações do servidor. “Eles provavelmente acabariam em locais inadequados. Então tive a ideia de transformá-los em algo que deixasse o parque mais bonito”, explica. Ele afirma que pretende seguir desenvolvendo novas peças, com personagens e outras intervenções que tornem o parque cada vez mais acolhedor.
O reaproveitamento dos pneus também traz benefícios ambientais. Quando descartados de forma inadequada, podem acumular água, favorecer a transmissão de doenças e causar impactos ao meio ambiente. De acordo com a bióloga da Comusa, Francine Schulz, esse material leva centenas de anos para se decompor na natureza. “O reaproveitamento representa uma alternativa sustentável, pois prolonga a vida útil do material antes da destinação final ambientalmente adequada”, afirma.

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