Porto Alegre,

Publicada em 07 de Maio de 2026 às 18:21

Espumas em Novo Hamburgo não afetam qualidade da água, diz Comusa

Fenômeno foi registrado no bairro Santo Afonso, próximo da casa de bombas; presença de detergentes será investigada

Fenômeno foi registrado no bairro Santo Afonso, próximo da casa de bombas; presença de detergentes será investigada

Ramon Belmonte/DIVULGAÇÃO/CIDADES
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Jornal Cidades
A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo emitiu um comunicado em que afirma ter sido identificada a presença de espuma na Casa de Bombas, localizada no bairro Santo Afonso. A autarquia reforça que a situação não possui qualquer interferência no tratamento de água e destaca, ainda, que não há incidência de espuma na Estação de Tratamento de Água (ETA). A captação de água ocorre antes do ponto onde a espuma foi observada.
A Comusa – Serviços de Água e Esgoto de Novo Hamburgo emitiu um comunicado em que afirma ter sido identificada a presença de espuma na Casa de Bombas, localizada no bairro Santo Afonso. A autarquia reforça que a situação não possui qualquer interferência no tratamento de água e destaca, ainda, que não há incidência de espuma na Estação de Tratamento de Água (ETA). A captação de água ocorre antes do ponto onde a espuma foi observada.
O fenômeno, registrado no bairro Santo Afonso mobilizou equipes técnicas do município para averiguação da situação. Conforme o geólogo da Secretaria Municipal de Obras Públicas e Infraestrutura, Glauber Giuliani, a formação de espuma está associada à elevada concentração de matéria orgânica e substâncias possivelmente químicas presentes na água, potencializada pela turbulência do sistema de bombeamento.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Anderson Bertotti, informou que técnicos também realizaram avaliação preliminar sobre a ocorrência. Segundo análise do biólogo Carlos Normann, o material observado possivelmente não tem origem em Novo Hamburgo.
Ainda conforme Bertotti, a hipótese levantada pela equipe técnica é compatível com a presença de detergentes e outras substâncias misturadas à matéria orgânica, o que pode ocasionar a formação de espuma em cursos d’água. O secretário acrescentou que esse tipo de fenômeno pode ocorrer em horários de maior utilização doméstica de água. A equipe técnica da prefeitura também entrou em contato com o setor ambiental de São Leopoldo para compartilhar as informações levantadas durante a averiguação.
De acordo com o coordenador de Produção da Comusa, Geraldo Thiesen, "a população pode ficar tranquila", pois a água distribuída, segundo ele, segue própria para consumo e totalmente segura. “Não há qualquer comprometimento da qualidade da água tratada e distribuída à população. Todo o sistema segue operando normalmente”, destacou.

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