Porto Alegre,

Publicada em 25 de Março de 2026 às 12:18

Alta do diesel pressiona custos, mas serviços seguem em Santa Maria

Administração municipal aponta que o principal efeito da crise em Santa Maria tem sido o aumento dos custos

Administração municipal aponta que o principal efeito da crise em Santa Maria tem sido o aumento dos custos

TÂNIA MEINERZ/JC
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Lívia Araújo
Lívia Araújo Repórter
A Prefeitura de Santa Maria, na região Central do Rio Grande do Sul, informou nesta terça-feira (25) que segue monitorando a situação do abastecimento de combustíveis, diante do cenário de instabilidade no fornecimento de óleo diesel. Até o momento, não há registro de impacto direto nos serviços públicos do município.
A Prefeitura de Santa Maria, na região Central do Rio Grande do Sul, informou nesta terça-feira (25) que segue monitorando a situação do abastecimento de combustíveis, diante do cenário de instabilidade no fornecimento de óleo diesel. Até o momento, não há registro de impacto direto nos serviços públicos do município.
Apesar da normalidade na operação, a administração municipal aponta que o principal efeito da crise tem sido o aumento dos custos. A elevação nos preços do diesel já pressiona os cofres públicos, assim como ocorre em outras cidades da região, exigindo maior atenção na gestão dos recursos.
Segundo a prefeitura, o acompanhamento da situação é contínuo, considerando o risco de agravamento do cenário nos próximos dias. A preocupação é evitar que uma eventual escassez de combustível comprometa a execução de serviços essenciais, especialmente nas áreas que dependem diretamente do uso de veículos movidos a diesel.
Por enquanto, o município mantém suas atividades sem necessidade de medidas de contingenciamento, mas permanece em alerta diante das incertezas no mercado de combustíveis e dos reflexos do cenário internacional.
A escassez de óleo diesel, decorrente de especulações e movimentações das distribuidoras de combustível em resposta à guerra no Oriente Médio, vem provocando uma onda de restrições em serviços públicos em municípios do interior do Rio Grande do Sul, com impacto direto no transporte coletivo urbano e rural. Um levantamento da Federação dos Municípios do RS (Famurs), atualizado na terça-feira (24), indicava que 166 municípios do RS enfrentavam dificuldades no abastecimento, levando gestores a priorizar áreas essenciais como saúde e transporte de pacientes, enquanto outras atividades são reduzidas ou suspensas. O levantamento anterior da entidade apontava 142 municípios com restrições.

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