A prefeitura de Lajeado iniciou a demolição de residências condenadas estruturalmente e localizadas em áreas de arraste durante grandes enchentes. A medida integra o plano de reconstrução e prevenção adotado pelo município após os eventos climáticos de 2023 e maio de 2024.
As ações ocorrem em terrenos que já foram transferidos ao município e cujas famílias já estão morando em novas residências adquiridas por meio do Programa Compra Assistida. As primeiras demolições ocorreram na avenida Beira Rio, no bairro Conservas. Outras duas residências foram demolidas na rua Delfino Costa e na rua Dois Irmãos, nas proximidades do Arroio Saraquá, região identificada como área de arraste devido à forte correnteza registrada nas cheias dos rios Rio Forqueta e Rio Taquari.
As ações ocorrem em terrenos que já foram transferidos ao município e cujas famílias já estão morando em novas residências adquiridas por meio do Programa Compra Assistida. As primeiras demolições ocorreram na avenida Beira Rio, no bairro Conservas. Outras duas residências foram demolidas na rua Delfino Costa e na rua Dois Irmãos, nas proximidades do Arroio Saraquá, região identificada como área de arraste devido à forte correnteza registrada nas cheias dos rios Rio Forqueta e Rio Taquari.
As áreas onde estavam localizadas as residências passam a integrar o patrimônio do município. O objetivo é que sejam criadas áreas de preservação ambiental e áreas de lazer comunitário. O coordenador da Defesa Civil de Lajeado, Marcelo Maya, explica que o município já mapeou sete áreas de arrasto, localizadas nos bairros Imigrante, Planalto, Campestre, Universitário, Carneiros, Hidráulica, Centro, Conservas e Morro 25. Ao todo, 202 lotes estão inseridos nessas zonas de alto risco.
“À medida que ocorrerem as entregas de residências às famílias que perderam suas casas, novas demolições irão ocorrer. Nosso foco é reduzir impactos nas próximas enchentes”, afirma.
“À medida que ocorrerem as entregas de residências às famílias que perderam suas casas, novas demolições irão ocorrer. Nosso foco é reduzir impactos nas próximas enchentes”, afirma.