Porto Alegre,

Publicada em 18 de Agosto de 2025 às 18:27

Amvarp se mostra insatisfeita com postura da Caixa sobre empréstimos

Entidade ressalta que prefeituras estão com sobrecarga orçamentária por conta de eventos climáticos

Entidade ressalta que prefeituras estão com sobrecarga orçamentária por conta de eventos climáticos

/Rodrigo Nascimento/DIVULGAÇÃO/CIDADES
Compartilhe:
Jornal Cidades
A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) recebeu com insatisfação a negativa da Caixa Econômica Federal ao pedido de prorrogação de parcelas de financiamentos assumidos pelas administrações municipais. A solicitação foi apresentada pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em nome da associação, após deliberação em assembleia da Amvarp, e buscava garantir fôlego financeiro diante da necessidade de reconstrução provocada por enchentes e intempéries entre 2024 e 2025.O tema foi levantado pelo prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Moraes, e acolhido pelo presidente da Amvarp, Nestor Ellwanger. A iniciativa tinha como base o entendimento de que as prefeituras ainda enfrentam uma sobrecarga orçamentária para atender demandas urgentes de infraestrutura, habitação e assistência social. “A resposta que recebemos da Caixa parece ignorar a realidade dos municípios. Estamos lidando com estradas destruídas, pontes que foram levadas e comunidades desabrigadas”, avaliou Ellwanger.
A Associação dos Municípios do Vale do Rio Pardo (Amvarp) recebeu com insatisfação a negativa da Caixa Econômica Federal ao pedido de prorrogação de parcelas de financiamentos assumidos pelas administrações municipais. A solicitação foi apresentada pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em nome da associação, após deliberação em assembleia da Amvarp, e buscava garantir fôlego financeiro diante da necessidade de reconstrução provocada por enchentes e intempéries entre 2024 e 2025.

O tema foi levantado pelo prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Moraes, e acolhido pelo presidente da Amvarp, Nestor Ellwanger. A iniciativa tinha como base o entendimento de que as prefeituras ainda enfrentam uma sobrecarga orçamentária para atender demandas urgentes de infraestrutura, habitação e assistência social. “A resposta que recebemos da Caixa parece ignorar a realidade dos municípios. Estamos lidando com estradas destruídas, pontes que foram levadas e comunidades desabrigadas”, avaliou Ellwanger.
• LEIA TAMBÉM: Vale do Rio Pardo pede que dívidas dos produtores sejam pagas em 10 anos

Segundo o comunicado da Caixa, a pausa nos pagamentos só pode ser concedida com base em decreto de calamidade pública reconhecido pelo Congresso Nacional, o que não se aplica aos decretos estaduais mais recentes. Embora o banco alegue sensibilidade ao momento vivido pelo Rio Grande do Sul, a resposta formal encerra a possibilidade de negociação imediata para a maioria dos contratos vigentes.

A Amvarp reforça que os municípios não estão pedindo anistia, apenas um prazo mais dilatado para quitar os financiamentos. “Queremos pagar, sempre fomos parceiros e bons pagadores. O que pedimos é o reconhecimento de que estamos em um período excepcional", complementa o presidente da Amvarp

Notícias relacionadas