Segue busca por reféns do assalto em Cotiporã

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A Brigada Militar do Rio Grande do Sul segue fazendo buscas no município de Cotiporã, na Serra gaúcha, em busca dos nove reféns que seguem com os assaltantes, após assalto a uma fábrica de joias do município, na madrugada deste domingo (30).
A polícia mobilizou um efetivo de cerca de 200 policiais, e está usando helicóptero e bote do corpo de bombeiros, para as buscas na região de mata e do rio que passa pela cidade. As saídas do município estão sendo monitoradas, e a polícia está parando carros para verificar documentação, estratégia para tentar impedir a fuga dos bandidos.
A polícia confirmou que o grupo que assaltou a fábrica de joias era formado por oito assaltantes. Por volta das 2h, eles cercaram a fábrica Guindani, no centro da cidade, e se posicionaram pela praça central.
Em um bar próximo, clientes foram feitos reféns. Eles relatam que os criminosos utilizaram dinamite para explodir três portas blindadas, um cofre e dois armários de alta segurança da fábrica. Na fuga, utilizaram três veículos - um Astra, um Audi e um Fiat Strada - mas foram surpreendidos por policiais militares. O Audi e o Strada foram barrados e houve troca de tiros, momento em que três assaltantes morreram.
Conforme a polícia, além de Elisandro Rodrigo Falcão, com ampla ficha criminal, morreram Paulo César da Silva e Sérgio Ritter. Um deles com nenhuma passagem pela polícia, e o outro, apenas por tráfico de drogas.
Os policiais acreditam que os reféns ou estão amarrados na mata ou respeitando ordens dos bandidos, que já os deve ter libertado. Os fugitivos estão divididos em dois grupos. Um dos assaltantes está a pé, com duas reféns.