JC

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Ao Leitor

Afinal, qual o desejo do consumidor?

As pesquisas ajudam, a observação do comportamento contribui, mas fato é que entender — e antecipar — o desejo do consumidor é um trabalho que exige constante renovação. Isso porque a única certeza para a pergunta do título é a mudança. O consumidor muda de ideia, as gerações trazem novas demandas, e quem oferece um produto ou um serviço precisa estar sempre atento e disposto a se reinventar. 
As pesquisas ajudam, a observação do comportamento contribui, mas fato é que entender — e antecipar — o desejo do consumidor é um trabalho que exige constante renovação. Isso porque a única certeza para a pergunta do título é a mudança. O consumidor muda de ideia, as gerações trazem novas demandas, e quem oferece um produto ou um serviço precisa estar sempre atento e disposto a se reinventar. 
Nesta edição, respondemos a essa pergunta pela perspectiva das casas noturnas. Com diferentes negócios, novos e tradicionais, observamos que não há uma resposta certa. São muitos os caminhos para atender à demanda que surge e se transforma. Talvez, o pulo do gato seja entender de que forma o empreendedor pode surfar a onda do momento sem abrir mão da essência do negócio. 
Quando o assunto é a vida noturna, as perspectivas são diversas: jovens reduzindo o consumo de álcool, público mais velho buscando por lugares nichados e os jovens adultos em busca de um espaço para chamar de seu. São esses os insights que levaram empreendedores a abrirem novos negócios ou, como no caso do Chipp's, tradicional casa noturna de Porto Alegre, reabrir as portas com novas apostas. 
Talvez, para entender o desejo do público, o primeiro movimento seja de autorreflexão: eu conheço e sei quem é o meu público? Antes de entender o consumidor, compreender a essência do negócio e com quem ele realmente se conecta é fundamental.