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Ferramentas práticas para transformar ideias em projetos

Gustavo Paiva está à frente do Janela Bar, rede de coquetelaria nascida em Curitiba projeta faturar R$ 60 milhões em 2026
Como empreendedor e também marketeiro, uma das perguntas que eu mais recebo é: “Gustavo, como você tem tanta ideia de negócio e/ou de campanhas para as suas marcas?” E de fato, hoje, já é algo natural, porém, essa criatividade pode ser exercitada. Por isso, hoje eu trouxe algumas ferramentas para que você possa utilizar na hora de criar um novo produto, campanha, ou até mesmo uma nova marca.

1. Exercício de cenários: Muitos produtos e serviços surgem como adaptações ou melhorias de soluções existentes. Por isso, nesse exercício, utilizamos o “e se...” para explorar caminhos e novos cenários, criando possibilidades de inovação. Escolha uma solução, campanha ou produto e faça questionamentos: E se o serviço virasse um produto? E se funcionasse apenas on-line? E se existisse há 50 anos? E se fosse vendido por assinatura? Ao mudar o contexto, surgem possibilidades menos óbvias.
Como empreendedor e também marketeiro, uma das perguntas que eu mais recebo é: “Gustavo, como você tem tanta ideia de negócio e/ou de campanhas para as suas marcas?” E de fato, hoje, já é algo natural, porém, essa criatividade pode ser exercitada. Por isso, hoje eu trouxe algumas ferramentas para que você possa utilizar na hora de criar um novo produto, campanha, ou até mesmo uma nova marca.

1. Exercício de cenários: Muitos produtos e serviços surgem como adaptações ou melhorias de soluções existentes. Por isso, nesse exercício, utilizamos o “e se...” para explorar caminhos e novos cenários, criando possibilidades de inovação. Escolha uma solução, campanha ou produto e faça questionamentos: E se o serviço virasse um produto? E se funcionasse apenas on-line? E se existisse há 50 anos? E se fosse vendido por assinatura? Ao mudar o contexto, surgem possibilidades menos óbvias.
2. Quebra de processos: O que existe entre um produto/serviço e o consumidor final?
Mapear e detalhar tudo o que acontece entre a produção e o consumidor final pode revelar desperdícios, gargalos e oportunidades. Cada etapa deve ser analisada: o que pode ser eliminado, simplificado, acelerado ou melhorado? Detectar esses problemas te dá a oportunidade de criar novas soluções.
3. Que tal nichar: A ideia deste exercício é focar! Tentar descobrir os pequenos grupos existentes, que podem estar dentro do grande grupo que você já atende, que necessitam de atenção. E não estamos falando somente de tribos, mas também, da adaptação que cada produto ou serviço pode ter com o passar dos anos. Segueum exemplo de como a falta de tempo pode nos permite explorar nichos de produto: Quer comprar macarrão para o jantar?Brandini. Quer comprar um macarrão de rápido preparo?Miojo. E que tal um macarrão de rápido preparo e para viagem?Cupnoodles!
O mesmo produto, 3 nichos diferentes.
4. Importe ideias: Calma, não estamos falando de cópia! Buscar ideias no exterior não significa copiar. O valor está em entender como uma solução pode ser reinterpretada para a cultura e os hábitos locais. Tendências, produtos e modelos de negócio funcionam de formas diferentes em cada país. A pergunta não é “como repetir?”, mas “como isso faria sentido aqui?”.
5. Monitore tendências: Acompanhar tendências não significa tentar adivinhar o futuro, mas perceber comportamentos que começam a se repetir. Para isso, é importante buscar referências além do próprio mercado: acompanhar conteúdos de outros países, observar o que aparece nas redes sociais, visitar lugares, consumir filmes, livros, música e notícias. Quando um mesmo comportamento, estética ou assunto começa a surgir em fontes diferentes, pode existir ali um movimento relevante. O próximo passo é entender se aquilo combina com o seu público e como pode ser adaptado à realidade do negócio. Tendência não deve ser simplesmente copiada: ela precisa ser interpretada e transformada em uma oportunidade que faça sentido.