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Nostalgia e comunicação com o público certo

Saber prospectar novos públicos sem deixar de dar atenção a quem estava no começo da jornada é um desafio para muitos empreendedores
No último fim de semana, fui assistir Toy Story 5 no cinema. Acompanhada dos meus sobrinhos, que têm entre 7 e 13 anos, revivi uma das minhas histórias preferidas de infância. Liderando as bilheterias mundiais, o filme traz uma nova saga de personagens muito conhecidos — e queridos — do público.
No último fim de semana, fui assistir Toy Story 5 no cinema. Acompanhada dos meus sobrinhos, que têm entre 7 e 13 anos, revivi uma das minhas histórias preferidas de infância. Liderando as bilheterias mundiais, o filme traz uma nova saga de personagens muito conhecidos — e queridos — do público.
Como uma boa millenial, a trajetória do Woddy, Buzz, Jessie e toda turma tem um espaço especial nas minhas memórias. O primeiro Toy Story foi ao ar em 1995. Hoje, mais de 30 anos depois, o filme consegue manter uma linguagem atual, renovando o público, mas, principalmente, mantendo a conexão com quem pessoas que, assim como eu, tiveram contato com a história na infância e que hoje voltam às salas de cinema acompanhadas de crianças da nova geração.
Saber prospectar novos públicos sem deixar de dar atenção a quem estava no começo da jornada é um desafio para muitos empreendedores. E, talvez, o Toy Story possa contribuir com algumas lições sobre isso. O formato é o mesmo: a vida secreta dos brinquedos enquanto as crianças saem do quartos. Mas o assunto é outro. Se na primeira história o vilão era um brinquedo mais tecnológico, agora a chegada de um tablet à rotina da personagem principal traz à tona a discussão sobre o uso de telas. Ou seja, a essência é a mesma. A estética, as referências, os personagens estão ali, mas o filme soube ir renovando o público através de temas que se conectam com problemas atuais. Renovar, mas sem perder a essência pode ser a receita da longevidade.