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Inovação, educação e cidades

Confira as dicas do empreendedor Henrique Gerstner
Um dos empreendedores por trás da Rua Coberta de Gravataí, a Praça Mall, Henrique Gerstner fundou as Escolas e Faculdades QI e atualmente participa da AGTI (Associação Gaúcha de Tecnologia e Inovação do Vale do Gravataí). Natural de Caxias do Sul, construiu sua história em Gravataí a partir da educação. Aos 21 anos, fundou as Escolas e Faculdades QI, que se tornaram uma das maiores redes de ensino técnico e superior do Estado, chegando a 50 unidades. Confira as principais dicas do empreendedor para aliar inovação, educação e cidades:
Um dos empreendedores por trás da Rua Coberta de Gravataí, a Praça Mall, Henrique Gerstner fundou as Escolas e Faculdades QI e atualmente participa da AGTI (Associação Gaúcha de Tecnologia e Inovação do Vale do Gravataí). Natural de Caxias do Sul, construiu sua história em Gravataí a partir da educação. Aos 21 anos, fundou as Escolas e Faculdades QI, que se tornaram uma das maiores redes de ensino técnico e superior do Estado, chegando a 50 unidades. Confira as principais dicas do empreendedor para aliar inovação, educação e cidades:
1- Educação como prática contínua: 
Em um cenário marcado por Inteligência Artificial e mudanças rápidas, quem investe em formação constante ganha vantagem competitiva. 
2- Tecnologia só faz sentido quando resolve problemas reais: 
Não se trata de adotar ferramentas porque estão em alta, mas de entender as dores da cidade, dos clientes e das empresas e usar a inovação para gerar eficiência. Quem usa a tecnologia como modismo não tem continuidade e compromete o resultado.
3- União com pessoas e entidades com interesses semelhantes: 
É muito importante constituir redes, ecossistemas, que se constroem com articulação. Participar de associações, grupos empresariais e iniciativas coletivas amplia visão e acelera oportunidades. Além disso, garante mais força na defesa das pautas comuns junto a outros setores e ao poder público.
4- Inteligência artificial é aliada estratégica, não atalho:
Ferramentas podem otimizar processos, mas não substituem gestão, ética e planejamento. Como o nome mesmo diz, são “ferramentas”, que devem ser utilizadas com olhar no resultado para a sociedade; não um processo que se encerra em si mesmo.
5- Desenvolvimento a partir do espaço urbano:
Projetos como a Rua Coberta de Gravataí, a Praça Mall, mostram que revitalizar o centro de uma cidade vai além de renovar fachadas. O desenvolvimento se dá a partir da criação de um ambiente que estimula encontros, ativa o comércio, valoriza a cultura local e gera novas oportunidades. Quando o espaço urbano acolhe, estimula as pessoas a promoverem também o fomento econômico.
6- Cidades são formadas por pessoas:
E elas crescem quando investem na sua população, conectam talentos e transformam seus espaços em plataformas de convivência e negócios.