A nova unidade foi pensada como uma escola modelo para futuras franquias

Empreendedora de Sapucaia que começou na garagem de casa abre escola de dança com 600m² em Porto Alegre


A nova unidade foi pensada como uma escola modelo para futuras franquias

Operando há 18 anos em Sapucaia, a escola de dança comandada por Greyce Gross, 33 anos, começou com cinco alunas na garagem da casa da empreendedora. Agora, o negócio acaba de inaugurar uma sede própria em Porto Alegre e se prepara para abrir, ainda em abril, a primeira unidade como franquia. Bailarina, Greyce é professora e o nome à frente do Grupo Gross. A trajetória da empreendedora na dança começou na infância, aos 3 anos, e se fortaleceu na monitoria das aulas na adolescência, aos 13 anos. Segundo ela, a vontade de ter a dança como centro de sua vida esteve presente desde o princípio. “Queria mudar essa realidade e crença de que a dança não poderia ser a primeira opção ou uma carreira digna e próspera", conta. Aos 15 anos, a escola que Greyce dançava fechou, e sua professora foi para outro estado. Assim, a bailarina uniu o desejo de continuar ensinando dança, com a vontade de suas vizinhas de entrar nesse universo, e começou a dar aulas na garagem de sua casa. O espaço virou a primeira sede do seu estúdio de dança, em uma área de 32m².A empreendedora conta que, no começo, ela entregava panfletos, dava as aulas, fazia a limpeza, cuidava da administração. Até que, aos poucos, conseguiu começar a contratar uma equipe até abrir a sede de Sapucaia, na avenida Luís Pasteur, nº 992, em 2006. Quando começou a dançar, Greyce relembra que por alguns anos dançou em um projeto social, que impactou também desde o início do próprio estúdio, com a disponibilidade de bolsas para alunos.
Operando há 18 anos em Sapucaia, a escola de dança comandada por Greyce Gross, 33 anos, começou com cinco alunas na garagem da casa da empreendedora. Agora, o negócio acaba de inaugurar uma sede própria em Porto Alegre e se prepara para abrir, ainda em abril, a primeira unidade como franquia. Bailarina, Greyce é professora e o nome à frente do Grupo Gross.

A trajetória da empreendedora na dança começou na infância, aos 3 anos, e se fortaleceu na monitoria das aulas na adolescência, aos 13 anos. Segundo ela, a vontade de ter a dança como centro de sua vida esteve presente desde o princípio. “Queria mudar essa realidade e crença de que a dança não poderia ser a primeira opção ou uma carreira digna e próspera", conta. Aos 15 anos, a escola que Greyce dançava fechou, e sua professora foi para outro estado. Assim, a bailarina uniu o desejo de continuar ensinando dança, com a vontade de suas vizinhas de entrar nesse universo, e começou a dar aulas na garagem de sua casa. O espaço virou a primeira sede do seu estúdio de dança, em uma área de 32m².

A empreendedora conta que, no começo, ela entregava panfletos, dava as aulas, fazia a limpeza, cuidava da administração. Até que, aos poucos, conseguiu começar a contratar uma equipe até abrir a sede de Sapucaia, na avenida Luís Pasteur, nº 992, em 2006. Quando começou a dançar, Greyce relembra que por alguns anos dançou em um projeto social, que impactou também desde o início do próprio estúdio, com a disponibilidade de bolsas para alunos.
ISABELLE RIEGER/JC


Buscando ter a arte e o negócio como aliados, Greyce conta que, muitas vezes, isso pode ser desafiador, ainda mais no meio artístico. A empreendedora afirma que a parte educativa e artística da escola sempre foi sua maior paixão e foco, até perceber que ela não poderia continuar existindo sem uma boa gestão. “Como artista, tendemos a nos afastar desse lado de pensar em negócio. Nós precisamos nos conectar com isso, temos como fazer os dois juntos”, destaca. No início de 2022, houve uma estruturação de modelo de negócio, desde a parte da gestão até o ensino, inclusive, com um rebranding da marca, passando a se chamar Grupo Gross, pensada para a expansão e franchising do empreendimento.

A companhia foi pensada para bailarinos que querem seguir na área, e têm os palcos como sua maior paixão. “Criamos uma companhia jovem para que eles trabalhem como bailarinos. Vendemos espetáculos para empresas e eventos para criar esse mercado da maneira que gostaríamos que existisse”, explica Greyce. Anualmente, a escola faz um espetáculo de dança com uma grande produção que é preparada durante o ano. Na apresentação de 2022, foi quando Greyce anunciou o novo nome, além de divulgar a venda da primeira franquia da marca. Em 2023, o Grupo Gross participará, pela terceira vez, do Disney Performing Art, onde os bailarinos irão se apresentar em um parque da Disney, participar de workshops e receber certificados internacionais.

A unidade de Porto Alegre, inaugurada em março na rua João Walling, nº 421, no bairro Passo d’Areia, foi pensada como uma escola modelo para os franqueados. O espaço de 600m², que conta com três salas de dança e espaços de convivência, teve um investimento de R$ 700 mil. “Nós queríamos estar aqui na Zona Norte, pois temos muitos bailarinos daqui. E proporcionar um espaço para que as pessoas possam ter uma boa experiência para curtir e viver a escola fora das salas de dança também”, expõe sobre a escolha do local.
ISABELLE RIEGER/JC


A primeira franquia do Grupo Gross está em construção e tem a inauguração prevista para o fim de abril, no bairro Rio Branco. “Toda coordenação artística passa pelo Grupo Gross, por mais que seja uma unidade franqueada, seguindo todos protocolos e processos para garantir a qualidade ao cliente”, pondera Greyce. Os planos de expansão não param com a primeira franquia, ressalta a empreendedora, começando pela capital gaúcha. A ideia é seguir para outras cidades do Estado. “Neste ano, o foco é o Rio Grande do Sul, e, partir do ano que vem, seguir para os outros pontos”, conta a empreendedora, revelando que também mira no mercado internacional. 

As escolas funcionam de segunda-feira a sábado, sendo a sede de Sapucaia das 8h às 21h30min e a de Porto Alegre das 8h30min às 22h. Com modalidades como ballet, jazz, street dance e dança de salão, as mensalidades partem de R$ 98,00 em Sapucaia e, na unidade de Porto Alegre, partem de R$ 147,00.
ISABELLE RIEGER/JC