O ato de comer deixou de ser há muito tempo algo apenas para alimentar o corpo e saciar a fome, principalmente para a Geração Z, que trouxe para essa ocasião um momento de descoberta, prazer, socialização e bem-estar. Tanto que, de acordo com uma pesquisa desenvolvida em 2025 pela Morning Consult, 76% dos jovens buscam na alimentação um instante de prazer, em que podem se reunir familiares e amigos para desfrutar à mesa.
Esse comportamento não é incomum para a idade, já que ele é impulsionado pela facilidade de informação a que eles têm acesso. Segundo o levantamento da Attest do último ano, 73% dos jovens entre 18 e 27 anos afirmam utilizar as redes sociais para conhecer novos alimentos, 85% já experimentaram alguma tendência viral e 3 em cada 4 procuram sabores únicos e novas culinárias. Apesar de toda essa abertura à novidade, existe algo que permanece essencial para fortalecer essa vivência: para 71%, o sabor ainda é o principal motivador das escolhas alimentares.
Dessa forma, a indulgência ganha espaço e começa a conviver com uma atenção maior aos ingredientes e aos benefícios associados àquilo que se come. Sendo assim, entre a Geração Z, a busca por saudabilidade no prato vai muito além do ser saudável; é primordial que o que eles querem comer esteja alinhado com o bem-estar emocional e físico. Isso porque 31% destes jovens já consumiram alimentos ou bebidas funcionais com ingredientes como prebióticos e probióticos. Além disso, 79% acreditam que aquilo que comem e bebem tem impacto moderado ou significativo sobre seu bem-estar mental e emocional.
Todo esse novo padrão de comportamento exige uma mudança de postura de quem está do outro lado do balcão, preparando o que será ofertado para esses consumidores, porque não basta que o produto seja bom. É preciso ser encontrado, despertar desejo, oferecer conveniência, proporcionar uma experiência interessante e entender que qualidade, rapidez e bem-estar passaram a fazer parte da mesma equação. É justamente dentro dessa combinação que o mercado de food service, em especial bares, restaurantes e pizzarias, passa a mapear os comportamentos de consumo para entender e atender à demanda. Até porque o novo consumidor não quer necessariamente escolher entre prazer e bem-estar. Ele quer os dois.
E, diante desse desafio, a Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra) se posiciona como uma frente estratégica para fornecer informações e reunir especialistas do setor para dialogar com este novo cliente que senta à mesa. Até porque hoje a pizza é um alimento que se tornou símbolo da partilha e de sabores, mas o setor também precisa acompanhar as mudanças na forma de consumo. Hoje, o desafio está em combinar bons ingredientes e novidades no cardápio com a agilidade que o consumidor busca no dia a dia. O ritmo mudou e, para acompanhar esse movimento, o mercado precisa entender essas novas demandas e adaptar sua oferta constantemente.
Esse comportamento não é incomum para a idade, já que ele é impulsionado pela facilidade de informação a que eles têm acesso. Segundo o levantamento da Attest do último ano, 73% dos jovens entre 18 e 27 anos afirmam utilizar as redes sociais para conhecer novos alimentos, 85% já experimentaram alguma tendência viral e 3 em cada 4 procuram sabores únicos e novas culinárias. Apesar de toda essa abertura à novidade, existe algo que permanece essencial para fortalecer essa vivência: para 71%, o sabor ainda é o principal motivador das escolhas alimentares.
Dessa forma, a indulgência ganha espaço e começa a conviver com uma atenção maior aos ingredientes e aos benefícios associados àquilo que se come. Sendo assim, entre a Geração Z, a busca por saudabilidade no prato vai muito além do ser saudável; é primordial que o que eles querem comer esteja alinhado com o bem-estar emocional e físico. Isso porque 31% destes jovens já consumiram alimentos ou bebidas funcionais com ingredientes como prebióticos e probióticos. Além disso, 79% acreditam que aquilo que comem e bebem tem impacto moderado ou significativo sobre seu bem-estar mental e emocional.
Todo esse novo padrão de comportamento exige uma mudança de postura de quem está do outro lado do balcão, preparando o que será ofertado para esses consumidores, porque não basta que o produto seja bom. É preciso ser encontrado, despertar desejo, oferecer conveniência, proporcionar uma experiência interessante e entender que qualidade, rapidez e bem-estar passaram a fazer parte da mesma equação. É justamente dentro dessa combinação que o mercado de food service, em especial bares, restaurantes e pizzarias, passa a mapear os comportamentos de consumo para entender e atender à demanda. Até porque o novo consumidor não quer necessariamente escolher entre prazer e bem-estar. Ele quer os dois.
E, diante desse desafio, a Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra) se posiciona como uma frente estratégica para fornecer informações e reunir especialistas do setor para dialogar com este novo cliente que senta à mesa. Até porque hoje a pizza é um alimento que se tornou símbolo da partilha e de sabores, mas o setor também precisa acompanhar as mudanças na forma de consumo. Hoje, o desafio está em combinar bons ingredientes e novidades no cardápio com a agilidade que o consumidor busca no dia a dia. O ritmo mudou e, para acompanhar esse movimento, o mercado precisa entender essas novas demandas e adaptar sua oferta constantemente.

