Desde 2010, milhares de executivos brasileiros buscam conteúdos, repertório e experiências no Vale do Silício ou em outros países em franco desenvolvimento tecnológico como a China. Inovação, gestão, networking, estratégia, mentalidade empreendedora estão entre os principais interesses dessas lideranças.
Do ponto de vista de aprendizagem, tenho convicção de que as viagens são insubstituíveis na busca de inspiração e reflexão. Vivenciar, experienciar uma realidade diversa da nossa nos engrandece de forma intensa e inequívoca. Ao mesmo tempo, acredito que, na era complexa em que vivemos, nem sempre será na tecnologia que encontraremos as respostas ou o estofo emocional para lidar com as crises que gestores enfrentam — seja pela velocidade das mudanças, seja pela crise climática e geopolítica que aumenta a imprevisibilidade e impactam diretamente na estratégia dos negócios.
Precisamos, para construir o futuro, resgatar a sabedoria do passado. E já não é novidade que, na era de IA, é a humanidade e as skills psíquicas e emocionais — ontologicamente exclusivas da inteligência humana — que farão o diferencial nesse mundo complexo e em construção.
O mundo é muito maior do que o Vale do Silício, e as respostas que precisamos para as novas perguntas não estão somente no olhar para a tecnologia, mas também nas disciplinas perenes. Filosofia, arte e autoconhecimento resistiram e resistirão a todas as mudanças de paradigma pelas quais passamos ao longo dos séculos. É no conhecimento clássico que residem as respostas para os desafios humanos de todos os tempos.
A pensadora Brene Brown cita em entrevistas que nas mesas mais íntimas (inclusive familiares) dos founders das big techs não estão ipads ou os últimos lançamentos tecnológicos, mas sim livros estóicos, além de discussões de arte. Enquanto a maior parte das pessoas apenas passa a tela, num scroll infinito de futilidades alimentado pelo próprio algoritmo, quem lidera a revolução tecnológica estuda aquilo que realmente nutre nossa humanidade e nos prepara para os desafios reais.
Parece um paradoxo, mas a beleza é que ambos, a sabedoria técnica e humanista, podem e devem caminhar juntas. Ciência e tecnologia sem o respaldo da ética e das virtudes podem gerar impactos negativos em larga escala. Ao mesmo tempo, conhecimento clássico sem aplicação prática também não atende as necessidades de hoje. É na harmonia entre os dois que encontraremos o equilíbrio necessário para enfrentar as barreiras do nosso tempo.
Do ponto de vista de aprendizagem, tenho convicção de que as viagens são insubstituíveis na busca de inspiração e reflexão. Vivenciar, experienciar uma realidade diversa da nossa nos engrandece de forma intensa e inequívoca. Ao mesmo tempo, acredito que, na era complexa em que vivemos, nem sempre será na tecnologia que encontraremos as respostas ou o estofo emocional para lidar com as crises que gestores enfrentam — seja pela velocidade das mudanças, seja pela crise climática e geopolítica que aumenta a imprevisibilidade e impactam diretamente na estratégia dos negócios.
Precisamos, para construir o futuro, resgatar a sabedoria do passado. E já não é novidade que, na era de IA, é a humanidade e as skills psíquicas e emocionais — ontologicamente exclusivas da inteligência humana — que farão o diferencial nesse mundo complexo e em construção.
O mundo é muito maior do que o Vale do Silício, e as respostas que precisamos para as novas perguntas não estão somente no olhar para a tecnologia, mas também nas disciplinas perenes. Filosofia, arte e autoconhecimento resistiram e resistirão a todas as mudanças de paradigma pelas quais passamos ao longo dos séculos. É no conhecimento clássico que residem as respostas para os desafios humanos de todos os tempos.
A pensadora Brene Brown cita em entrevistas que nas mesas mais íntimas (inclusive familiares) dos founders das big techs não estão ipads ou os últimos lançamentos tecnológicos, mas sim livros estóicos, além de discussões de arte. Enquanto a maior parte das pessoas apenas passa a tela, num scroll infinito de futilidades alimentado pelo próprio algoritmo, quem lidera a revolução tecnológica estuda aquilo que realmente nutre nossa humanidade e nos prepara para os desafios reais.
Parece um paradoxo, mas a beleza é que ambos, a sabedoria técnica e humanista, podem e devem caminhar juntas. Ciência e tecnologia sem o respaldo da ética e das virtudes podem gerar impactos negativos em larga escala. Ao mesmo tempo, conhecimento clássico sem aplicação prática também não atende as necessidades de hoje. É na harmonia entre os dois que encontraremos o equilíbrio necessário para enfrentar as barreiras do nosso tempo.

