Também estiveram presentes no evento de apresentação dos dados da agricultura familiar representantes do Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, da Federação da Agricultura do Estado (Farsul) da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), da Emater-RS, da Fetrafi-RS, da Universidade Federal de Rio Grande (Furg) e da Villa Campesina.
O presidente da Farsul, Gedeão Pereira, afirmou que em alguns anos o Brasil se tornará o maior produtor de insumos agrícolas do mundo. "A agricultura brasileira, inexoravelmente, vai continuar crescendo e será, em 2035, a maior agricultura do mundo. Agora, nós só poderemos ser a maior agricultura do mundo se abrir os mercados lá fora, independentemente de onde for e independentemente do tamanho do produtor", disse Pereira.
Já Carlos Joel da Silva, presidente da Fetag, destacou a expressiva quantidade de jovens no setor. "Dessas agroindústrias que estão aqui no pátio, 87% dos empreendimentos são liderados pela juventude. Hoje talvez o maior problema da agricultura familiar é ter poucos jovens no meio rural, e nas agroindústrias a gente está vendo que eles estão se formando, voltando e fazendo produtos de qualidades", afirmou Silva.
O representante da Furg no evento, Carlos Alberto Sainfer Júnior, enfatizou o processo de recuperação da agricultura familiar no País. "A gente tem uma esperança agora, com o olhar todo em torno de políticas públicas para a nossa agricultura familiar."