A acessibilidade é um tema que começou a ganhar mais espaço na 46ª Expointer, que ocorre até o dia 3 de setembro. Neste ano, pela primeira vez, haverá a chamada Estação Acessibilidade, composta por uma via demarcada e localizada em um estande no Pavilhão do Comércio. O espaço é parte das instalações do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.
O estande é promovido pela Faders (Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PCD e de PCAH no RS) em parceria com os organizadores da Expointer e conta com uma equipe de técnicos especializados para oferecer suporte ao público durante todo o período da feira.
“Em 46 edições, esta é a primeira vez que a Expointer conta com uma estação voltada à acessibilidade. Algumas melhorias já foram feitas este ano, mas temos ainda muito a evoluir”, afirma o presidente da entidade, Marquinho Lang.
Entre os aperfeiçoamentos realizados, está uma reforma no estacionamento, situado no portão 5 do parque, para facilitar o acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, fazendo com que não precisem passar por chão de brita ou de terra.
Além disso, foram construídas rampas de acesso em cada um dos pavilhões e no prédio da Administração Central da Expointer, onde também foi instalado um elevador, dando acesso ao auditório do segundo andar. “Como administradores do evento, precisamos dar o exemplo. Por isso, as reformas devem começar pela nossa casa”, enfatiza o assessor especial do parque, Sandro Schlindwein. Conforme ele, foram investidos cerca de R$ 160 mil neste ano em estruturas de acessibilidade.
Ainda segundo Schlindwein, a ideia é que, na próxima edição, seja criada uma Rota da Acessibilidade em que possibilitará que um cadeirante percorra, sem obstáculos, todos os pavilhões da feira desde a sua entrada pelo estacionamento. “Em virtude do tempo, não conseguimos concluir esse caminho neste ano, mas, com certeza, ele estará pronto na próxima feira”, afirma o assessor. A ideia é que a rota tenha como destino a Estação da Acessibilidade, onde haverá todas as informações para o público PcD.
Neste ano, também está prevista uma programação especial feita pelo espaço que inclui, entre outros atrativos, oficinas de LIBRAS, altas habilidades e de educação ambiental e inclusiva, além de uma visita guiada da feira focada na deficiência visual.
“O nosso objetivo com a estação é dar esses primeiros passos neste tema e colher informações que possam nos auxiliar adiante, para evoluirmos nas próximas edições”, acrescenta Lang.
Neste sábado (26), a reportagem flagrou uma família que acompanhava uma cadeirante na Expointer e que aprovou a criação de uma estação direcionado à acessibilidade. “Ainda há muito o que melhorar, mas ficamos felizes ao vermos um espaço como esse. Faz toda a diferença”, disse o técnico em climatização Jeferson Keniz.
O estande é promovido pela Faders (Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para PCD e de PCAH no RS) em parceria com os organizadores da Expointer e conta com uma equipe de técnicos especializados para oferecer suporte ao público durante todo o período da feira.
“Em 46 edições, esta é a primeira vez que a Expointer conta com uma estação voltada à acessibilidade. Algumas melhorias já foram feitas este ano, mas temos ainda muito a evoluir”, afirma o presidente da entidade, Marquinho Lang.
Entre os aperfeiçoamentos realizados, está uma reforma no estacionamento, situado no portão 5 do parque, para facilitar o acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção, fazendo com que não precisem passar por chão de brita ou de terra.
Além disso, foram construídas rampas de acesso em cada um dos pavilhões e no prédio da Administração Central da Expointer, onde também foi instalado um elevador, dando acesso ao auditório do segundo andar. “Como administradores do evento, precisamos dar o exemplo. Por isso, as reformas devem começar pela nossa casa”, enfatiza o assessor especial do parque, Sandro Schlindwein. Conforme ele, foram investidos cerca de R$ 160 mil neste ano em estruturas de acessibilidade.
Ainda segundo Schlindwein, a ideia é que, na próxima edição, seja criada uma Rota da Acessibilidade em que possibilitará que um cadeirante percorra, sem obstáculos, todos os pavilhões da feira desde a sua entrada pelo estacionamento. “Em virtude do tempo, não conseguimos concluir esse caminho neste ano, mas, com certeza, ele estará pronto na próxima feira”, afirma o assessor. A ideia é que a rota tenha como destino a Estação da Acessibilidade, onde haverá todas as informações para o público PcD.
Neste ano, também está prevista uma programação especial feita pelo espaço que inclui, entre outros atrativos, oficinas de LIBRAS, altas habilidades e de educação ambiental e inclusiva, além de uma visita guiada da feira focada na deficiência visual.
“O nosso objetivo com a estação é dar esses primeiros passos neste tema e colher informações que possam nos auxiliar adiante, para evoluirmos nas próximas edições”, acrescenta Lang.
Neste sábado (26), a reportagem flagrou uma família que acompanhava uma cadeirante na Expointer e que aprovou a criação de uma estação direcionado à acessibilidade. “Ainda há muito o que melhorar, mas ficamos felizes ao vermos um espaço como esse. Faz toda a diferença”, disse o técnico em climatização Jeferson Keniz.