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Publicada em 03 de Setembro de 2026 às 18:07

Rigotto defende CPI do Caso Master e cobra reação do Senado ao endividamento do agro

Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, durante visita à Casa do JC, na Expointer.

Germano Rigotto, ex-governador do Rio Grande do Sul, durante visita à Casa do JC, na Expointer.

TÂNIA MEINERZ/JC
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O candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul, o ex-governador Germano Rigotto (MDB), defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Caso Master e criticou a atuação do Congresso Nacional diante das denúncias envolvendo os diferentes Poderes.
O candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul, o ex-governador Germano Rigotto (MDB), defendeu a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o Caso Master e criticou a atuação do Congresso Nacional diante das denúncias envolvendo os diferentes Poderes.
Para ele, o Senado precisa recuperar sua capacidade de fiscalização e de tomada de decisões. Rigotto classificou como um sinal de “acovardamento” do Senado o fato de a CPI do caso Master não avançar, apesar da existência, segundo ele, do número necessário de assinaturas e de objetivos definidos para a investigação. “As denúncias precisam ser apuradas e eventuais responsabilidades devem ser avaliadas dentro dos instrumentos previstos pela Constituição”, disse o candidato, durante visita à Casa JC, nesta quinta-feira (2), acompanhado de José Paulo Cairoli, seu primeiro suplente.  
Na área econômica, Rigotto defendeu uma política específica para enfrentar o endividamento dos produtores rurais do Rio Grande do Sul. Para ele, as sucessivas estiagens, enchentes e outros eventos climáticos que atingiram o Estado justificam um tratamento diferenciado por parte do Governo Federal.
Na sua avaliação, o Rio Grande do Sul também precisa recuperar espaço político em Brasília e aponta a ausência de gaúchos em posições de destaque nos principais espaços de decisão do Governo Federal e do Congresso como um fator que reduz a capacidade de articulação do Estado. “Minha experiência como deputado estadual, deputado federal, líder partidário e governador seria um diferencial para reconstruir esse protagonismo”, concluiu.

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