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Publicada em 01 de Setembro de 2026 às 16:34

Stihl projeta expansão e reforça papel do Brasil no desenvolvimento de tecnologias

Tecnologia da Stihl: Brasil como centro estratégico na América Latina

Tecnologia da Stihl: Brasil como centro estratégico na América Latina

Dani Villar/Especial/JC
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Gabrieli Silva
Gabrieli Silva Repórter

O presidente da Stihl, Cláudio Guenther, visitou nesta terça-feira (1º) a Casa do Jornal do Comércio na Expointer 2026. Durante o encontro, o executivo destacou a importância crescente do Brasil na estratégia global da companhia, que completa 100 anos em 2026.

Segundo Guenther, a unidade brasileira vem ampliando sua participação no desenvolvimento de tecnologias e soluções que são utilizadas em outros mercados. O País também assumiu a coordenação das operações da Stihl na América Latina e presta suporte a outras unidades do grupo em áreas como compras e desenvolvimento de produtos.

Para os próximos cinco anos, a empresa prevê o lançamento de 228 novos produtos. A estratégia contempla equipamentos a bateria, mas também mantém investimentos em soluções movidas a combustão, especialmente para aplicações profissionais.

O executivo também apontou a agricultura familiar como uma frente de expansão. Segundo ele, apenas 18% desse segmento no Brasil é mecanizado, o que representa espaço para novos produtos e soluções.

Guenther, porém, avaliou que o ambiente brasileiro ainda impõe desafios à indústria, citando perda de competitividade, burocracia, carga tributária e insegurança jurídica. “É difícil produzir no Brasil. Nós perdemos competitividade”, afirmou.

A Stihl participa da Expointer com novidades em tecnologia e produtividade e mantém São Leopoldo como uma de suas principais bases industriais.

O presidente da Stihl, Cláudio Guenther, visitou nesta terça-feira (1º) a Casa do Jornal do Comércio na Expointer 2026. Durante o encontro, o executivo destacou a importância crescente do Brasil na estratégia global da companhia, que completa 100 anos em 2026.

Segundo Guenther, a unidade brasileira vem ampliando sua participação no desenvolvimento de tecnologias e soluções que são utilizadas em outros mercados. O País também assumiu a coordenação das operações da Stihl na América Latina e presta suporte a outras unidades do grupo em áreas como compras e desenvolvimento de produtos.

Para os próximos cinco anos, a empresa prevê o lançamento de 228 novos produtos. A estratégia contempla equipamentos a bateria, mas também mantém investimentos em soluções movidas a combustão, especialmente para aplicações profissionais.

O executivo também apontou a agricultura familiar como uma frente de expansão. Segundo ele, apenas 18% desse segmento no Brasil é mecanizado, o que representa espaço para novos produtos e soluções.

Guenther, porém, avaliou que o ambiente brasileiro ainda impõe desafios à indústria, citando perda de competitividade, burocracia, carga tributária e insegurança jurídica. “É difícil produzir no Brasil. Nós perdemos competitividade”, afirmou.

A Stihl participa da Expointer com novidades em tecnologia e produtividade e mantém São Leopoldo como uma de suas principais bases industriais.

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