Se forem lentos, bancos podem perder US$ 89 bi

Por Patricia Knebel

No Brasil, as carteiras digitais correspondem a 50% dos usuários
Os bancos emissores de cartões que tiverem uma abordagem lenta para investir em opções de pagamentos de próxima geração poderão perder em torno de US$ 89 bilhões em receita, até o ano de 2025.

O estudo 'Meios de pagamentos tornam-se pessoais: Como se manter relevante quando os consumidores buscam o controle', lançado recentemente pela
Accenture, revela que o aumento da concorrência e os novos comportamentos dos consumidores está colocando em risco a receita destas instituições. O relatório da Accenture, baseado em pesquisas com mais de 16 mil consumidores em 13 países, entre eles o Brasil, identificou que os consumidores estão frustrados com as opções atuais para pagamentos presenciais e online. Transações lentas (27%), falhas (28%) e a falta de controle (28%) são algumas das maiores queixas dos brasileiros.

Embora consumidores confiem em seus bancos mais do que em outros players de pagamentos, eles estão abertos a trocar por novos meios. De fato, 31% dos respondentes que usam cartão de crédito como método de pagamento preferido, considera a hipótese de mudar para outro meio.
Metade destes busca reduzir suas despesas com juros ao optar por cartão de débito, dinheiro, BNPL ou cartão pré-pago. A outra metade está planejando mudar porque prefere a conveniência ou o controle de aplicativos de banco, carteiras digitais ou apps 'entre contas' para pagamentos.
O dinheiro físico continua como a opção predominante para 66% dos consumidores globalmente (67% para os brasileiros), mas alternativas inovadoras vêm ganhando participação rapidamente. A pesquisa indica que serviços como carteiras digitais já tem uso de 56% dos usuários, ganhando dos 48% que utilizam cartão de crédito. No Brasil, as carteiras digitais correspondem a 50%, contra 72% do cartão de crédito. O País também está à frente na adoção de novos meios de pagamento, juntamente com a China e a Índia, principalmente devido a utilização exponencial do Pix.

Outras opções, como
"entre-contas" (A2A) e "compre agora, pague depois" (BNPL) estão ganhando mercado rapidamente - e mais disrupção está por vir em pagamentos biométricos, máquina-a-máquina e pagamentos no metaverso. Isso pode parecer surpreendente, mas está alinhado com o entusiasmo do consumidor com soluções de pagamento sem atrito, que oferecem flexibilidade, velocidade e facilidade de uso - sem prejuízo da segurança.

TIM é a primeira operadora a ter planos com assinatura Apple One inclusa

A TIM irá oferecer planos de assinatura Apple One inclusa em seus planos aos clientes - é a primeira operadora da América Latina com essa oferta. A campanha de divulgação será estrelada pelo ator Rodrigo Santoro.
São duas ofertas para os planos TIM Black que trazem Apple One sem custo adicional e incluem os serviços Apple TV , Apple Music, Apple Arcade e iCloud (com 50GB de armazenamento). No mercado, a assinatura Apple One Individual custa R$ 34,90 mensais.
As novas opções custarão R$ 224,99 com 50GB de internet e R$ 294,99 com 100GB de internet, em pacotes que podem ser compartilhados com o titular e mais um ou até três dependentes, respectivamente. Os clientes poderão usar os serviços Apple One no iPhone ou outros devices Apple, smart TVs e alto-falantes inteligentes. Terão ainda WhatsApp, redes sociais e roaming internacional e a internet que não for utilizada acumula para o mês seguinte. A contratação já pode ser feita em qualquer loja TIM ou no site da operadora.

Samsung lança nova geração de smartphones dobráveis

Chegam em 11 de agosto ao Brasil os novos smartphones dobráveis da Samsung: o Galaxy Z Flip5 e o Galaxy Z Fold5. A 5ª geração terá processador Snapdragon 8 Gen 2 Mobile Platform for Galaxy e Inteligência Artificial para aprimorar a experiência das câmeras. Os aparelhos custarão a partir de R$ 7.999.
Uma nova dobradiça torna possível a experiência. "A Samsung está revolucionando a indústria móvel com dispositivos dobráveis ao estabelecer o padrão e aprimorar continuamente a experiência", disse TM Roh, presidente e chefe de negócios de Experiência Móvel.
O Galaxy Z Flip5 e o Galaxy Z Fold5 foram projetados para atender às expectativas de durabilidade. A tela principal - 6,5 e 7,6 polegadas, respectivamente - é equipada com uma camada de dispersão de choque e a parte traseira redesenhada para uma exibição mais sólida. Além do suporte IPX83, molduras de alumínio reforçado e o vidro Corning Gorilla Glass Victus 24 aplicado à Tela Flex e na parte traseira. O novo módulo de dobradiça integrado tem estrutura de trilho duplo que dissipa impactos externos.
Galaxy Z Flip5
A nova Tela Flex, agora 3,78 vezes maior que a geração anterior, oferece recursos novos, especialmente opções de personalização, incluindo relógios informativos e gráficos que podem combinar com mostradores de um Galaxy Watch. A partir da tela fechada, é possível acessar informações como  clima, controlar a reprodução de músicas e acompanhar as notícias, além de verificar notificações e acessar as configurações rápidas para Wi-Fi ou Bluetooth. 
Galaxy Z Fold
O Galaxy Z Fold se posiciona para apoiar a produtividade por meio de uma experiência em tela grande e robusta, evoluindo do Múltiplas Janelas e Continuidade de Apps para uma ampla variedade de recursos, incluindo a Barra de Tarefas, arrastar e soltar e a otimização de aplicativos de terceiros. A S Pen Fold Edition20 também foi aprimorada.

Eventim aposta em tecnologia para processar 250 milhões de ingressos

A Eventim, empresa que já comercializou os shows do Coldplay, Red Hot Chili Peppers e Foo Fighters, vendeu em 2023 mais ingressos do que nos sete anos anteriores. Presente em 22 países, são cerca de 250 milhões de ingressos por ano negociados pela plataforma.
Para processar a demanda intensa dos eventos de grande porte, como foi a recente abertura dos shows do grupo mexicano RBD - com mais de 700 mil acessos simultâneos ao site -, a Eventim aposta em tecnologia e segurança.
A organização da fila virtual acontece de forma intuitiva. Há ainda a verificação por captcha e detecção de bots, mantendo a plataforma de venda de ingressos sempre em conformidade com os padrões internacionais de segurança
"Investimos em sistemas seguros e transparentes para o processo de comercialização de ingressos. A importância do setor de eventos vai além do entretenimento. Empregamos muitas pessoas e movimentamos a economia brasileira de uma forma geral, principalmente após a pandemia, quando a retomada tem sido mais intensa", diz Jorge Reis, CEO da Eventim e presidente da Associação Brasileira das Empresas de Venda de Ingressos (Abrevin).