Receitas com tarifas e serviços do BB sobem para R$ 6,309 bi no 1º trimestre

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As receitas com serviços e tarifas do Banco do Brasil alcançaram R$ 6,309 bilhões de janeiro a março, cifra 9,9% maior que a vista em um ano, de R$ 5,741 bilhões. Na comparação trimestral, houve retração de 7,2%.

"A expansão do crédito e a forte atuação nos segmentos de seguros, cartões, administração de recursos e mercado de capitais vêm favorecendo o crescimento do volume de negócios, contribuindo para a diversificação das rendas de tarifas", destaca o BB, em relatório que acompanha suas demonstrações financeiras.

Com prestação de serviços, os ganhos do BB foram de R$ 4,654 bilhões no primeiro trimestre, alta de 11,1% em um ano e queda de 7,8% no comparativo trimestral. As receitas com tarifas somaram R$ 1,655 bilhões, elevação de 6,7% e recuo de 5,4%, respectivamente.

A linha de administração de fundos rendeu ao BB ganhos de R$ 1,081 bilhão de janeiro a março, montante 15,3% maior que o visto em um ano. Em cartões, o crescimento foi de 9,4%, para R$ 1,643 bilhões, na mesma base de comparação. Já em conta corrente, as receitas somaram R$ 1,019 bilhão, alta de 6,3%.

Também foi destaque as receitas de mercado de capitais com aumento de 79,9% no primeiro trimestre em um ano, para R$ 174 milhões. No comparativo trimestral, a elevação foi de 34,8%.

Na contramão, receitas com seguros, previdência e capitalização recuaram 13,4% de janeiro a março ante um ano, para R$ 252 milhões. Também diminuíram com operações de crédito e garantias prestadas. Essas receitas foram de R$ 531 milhões no trimestre, recuo de 5,2%.

As despesas administrativas do BB somaram R$ 8,226 bilhões no primeiro trimestre, alta de 6,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando esses gastos somaram R$ 7,729 bilhões. No comparativo trimestral, porém, houve queda de 5,4%.

O aumento no trimestre, conforme destaca o BB no relatório, ficou dentro da projeção para o ano, de alta das despesas administrativas de 5% a 8%. "A evolução refletiu, principalmente, o reajuste de 8,5% do acordo coletivo, acréscimo de 17,9% devido a novas locações decorrentes da expansão da rede e também de prédios administrativos além dos reajustes e renovações contratuais", explica o BB.

As despesas de pessoal do banco totalizaram R$ 4,870 bilhões, aumento de 8,8% em um ano. No comparativo trimestral, tiveram leve queda de 0,1%. Já outros gastos administrativos somaram R$ 3,356 bilhões, elevação de 3,2% e queda de 12,1%, nesta ordem.