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Turnê em celebração aos 30 anos da Pato Fu chega a Porto Alegre
Grupo mineiro faz show no Auditório Araújo Vianna nesta sexta-feira (7)
Celebrando suas três décadas de estrada, o Pato Fu faz show nesta sexta-feira (7), às 21h, no Auditório Araújo Vianna (Av. Osvaldo Aranha, 685). Desembarcando em Porto Alegre carregando na bagagem 13 discos, 5 DVDs e diversos prêmios nacionais e internacionais, a mineira Pato Fu revisita sua trajetória e traz canções de todas as suas fases na apresentação. Os ingressos estão à venda na plataforma Sympla, com valores a partir de R$ 90,00.
Entre as canções autorais e as já tradicionais regravações, o grupo apresenta também músicas do mais recente álbum, 30, que marca os trinta anos da banda. “(Queremos) mostrar canções que foram sempre muito importantes para nossa carreira, mas ao mesmo tempo mostrar que a banda está lançando coisas novas. E que a gente está celebrando a nossa existência nesse tempo todo”, comenta Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu.
Fernanda sobe ao palco ao lado de John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Richard Neves (teclados) e Xande Tamietti (bateria). Xande, que integrou a banda de 1995 até 2014, retorna agora para comemorar a data na turnê. No repertório, estarão presentes canções como Sobre o Tempo, Canção Pra Você Viver Mais, Ando Meio Desligado (Os Mutantes), Eu Sei (Legião Urbana) e Eu (Graforréia Xilarmônica), além das novas.
“O público gaúcho vai encontrar uma enorme saudade da gente tocar aí. Porto Alegre foi uma das primeiras cidades que recebeu o Pato Fu, fora do circuito mineiro. Quando a gente começou a fazer apresentações, Porto Alegre foi um dos principais polos. As rádios daí foram das primeiras a tocar nossas músicas, várias matérias importantes saíram nos jornais, nos zines daí”, relembra. “Esse carinho que o público daí teve foi fundamental na escolha da gente de fazer esse lançamento nacional aí em Porto Alegre.”
Resistindo às transformações que trinta anos provocam nos cursos das vidas, a Pato Fu teve a teimosia de continuar presente na história dos fãs e da música até hoje. Desde 1992, dissolvendo as fronteiras entre os estilos musicais, a Pato Fu continua ocupando um lugar que é só seu, sendo uma das bandas mais excêntricas e experimentais do país. “Somos sobreviventes nesse mundo artístico que é tão volúvel, tão rápido. Tem muita coisa que aparece, faz muito sucesso, mas logo desaparece. A gente vive de música há 30 anos e tem uma perspectiva muito boa ainda de futuro”, reflete.
Apostando no pop rock desde o início, o grupo, hoje, ainda se vê fazendo sucesso em uma geração que deixou para trás o apogeu do gênero e abraça novos estilos. Sendo uma das bandas mais alternativas do circuito popular, suas músicas seguem o mesmo “fio da meada” de sempre, como diz a vocalista, apesar das mudanças de mercado e tecnológicas — que vêm para aprimorar seu som. “A música de sucesso hoje não é necessariamente o pop rock. Mas a gente não sabe fazer música de outro jeito”, brinca. “Então a gente tem que fazer a melhor música que a gente sabe fazer dentro desse nosso segmento.”
Fazendo parte da cena mineira, que já gerou verdadeiras joias para a música brasileira, a Pato Fu já marcou na história de Minas Gerais o seu nome. Em um estado marcado pelos altos e baixos dos morros e que ocupa a região central do país, deixando passar por suas fronteiras influências de todos os lados e de tudo que é tipo, a música acaba tendo a cara de todo o Brasil. “Eu sou do Amapá, mas escolhi ficar em Minas Gerais e integrar a cena mineira. A gente tem um tempo que é um pouco diferente, um tempo com mais calma. Eu acho que os artistas daqui acabam tomando esse tempo para maturar as coisas, a produção e acaba saindo com muita excelência, com muito esmero”, reflete Fernanda.
Sobre o show da Capital gaúcha, a vocalista diz esperar os fãs de todas as gerações e, até mesmo, quem não conhece o Pato Fu e está curioso. “Eu acho que o Pato Fu ao vivo é a melhor moeda que a gente tem para mostrar a diversidade da nossa música. Então é sempre uma grande chance que a gente tem de trazer mais gente para pro nosso lado.”
Entre as canções autorais e as já tradicionais regravações, o grupo apresenta também músicas do mais recente álbum, 30, que marca os trinta anos da banda. “(Queremos) mostrar canções que foram sempre muito importantes para nossa carreira, mas ao mesmo tempo mostrar que a banda está lançando coisas novas. E que a gente está celebrando a nossa existência nesse tempo todo”, comenta Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu.
Fernanda sobe ao palco ao lado de John Ulhoa (guitarra), Ricardo Koctus (baixo), Richard Neves (teclados) e Xande Tamietti (bateria). Xande, que integrou a banda de 1995 até 2014, retorna agora para comemorar a data na turnê. No repertório, estarão presentes canções como Sobre o Tempo, Canção Pra Você Viver Mais, Ando Meio Desligado (Os Mutantes), Eu Sei (Legião Urbana) e Eu (Graforréia Xilarmônica), além das novas.
“O público gaúcho vai encontrar uma enorme saudade da gente tocar aí. Porto Alegre foi uma das primeiras cidades que recebeu o Pato Fu, fora do circuito mineiro. Quando a gente começou a fazer apresentações, Porto Alegre foi um dos principais polos. As rádios daí foram das primeiras a tocar nossas músicas, várias matérias importantes saíram nos jornais, nos zines daí”, relembra. “Esse carinho que o público daí teve foi fundamental na escolha da gente de fazer esse lançamento nacional aí em Porto Alegre.”
Resistindo às transformações que trinta anos provocam nos cursos das vidas, a Pato Fu teve a teimosia de continuar presente na história dos fãs e da música até hoje. Desde 1992, dissolvendo as fronteiras entre os estilos musicais, a Pato Fu continua ocupando um lugar que é só seu, sendo uma das bandas mais excêntricas e experimentais do país. “Somos sobreviventes nesse mundo artístico que é tão volúvel, tão rápido. Tem muita coisa que aparece, faz muito sucesso, mas logo desaparece. A gente vive de música há 30 anos e tem uma perspectiva muito boa ainda de futuro”, reflete.
Apostando no pop rock desde o início, o grupo, hoje, ainda se vê fazendo sucesso em uma geração que deixou para trás o apogeu do gênero e abraça novos estilos. Sendo uma das bandas mais alternativas do circuito popular, suas músicas seguem o mesmo “fio da meada” de sempre, como diz a vocalista, apesar das mudanças de mercado e tecnológicas — que vêm para aprimorar seu som. “A música de sucesso hoje não é necessariamente o pop rock. Mas a gente não sabe fazer música de outro jeito”, brinca. “Então a gente tem que fazer a melhor música que a gente sabe fazer dentro desse nosso segmento.”
Fazendo parte da cena mineira, que já gerou verdadeiras joias para a música brasileira, a Pato Fu já marcou na história de Minas Gerais o seu nome. Em um estado marcado pelos altos e baixos dos morros e que ocupa a região central do país, deixando passar por suas fronteiras influências de todos os lados e de tudo que é tipo, a música acaba tendo a cara de todo o Brasil. “Eu sou do Amapá, mas escolhi ficar em Minas Gerais e integrar a cena mineira. A gente tem um tempo que é um pouco diferente, um tempo com mais calma. Eu acho que os artistas daqui acabam tomando esse tempo para maturar as coisas, a produção e acaba saindo com muita excelência, com muito esmero”, reflete Fernanda.
Sobre o show da Capital gaúcha, a vocalista diz esperar os fãs de todas as gerações e, até mesmo, quem não conhece o Pato Fu e está curioso. “Eu acho que o Pato Fu ao vivo é a melhor moeda que a gente tem para mostrar a diversidade da nossa música. Então é sempre uma grande chance que a gente tem de trazer mais gente para pro nosso lado.”