A colunista do Minuto Varejo estava retornando para pegar o metrô, após conferir a virada de 2023 para 2024 no entorno da Times Square, em Manhattan, quando descobriu algo inusitado. Na galeria comercial no subsolo no acesso à estação na Columbus Circle, na Oitava Avenida, um quiosque chamou a atenção de longe. "Brigadeiro Brasileiro" está na fachada da banca minúscula e, claro, que o Minuto Varejo tinha de saber mais.
A colunista do Minuto Varejo estava retornando para pegar o metrô, após conferir a virada de 2023 para 2024 no entorno da Times Square, em Manhattan, quando descobriu algo inusitado. Na galeria comercial no subsolo no acesso à estação na Columbus Circle, na Oitava Avenida, um quiosque chamou a atenção de longe. "Brigadeiro Brasileiro" está na fachada da banca minúscula e, claro, que o Minuto Varejo tinha de saber mais.
Faz um ano que a marca do doce do Brasil mais popular entre os nova-iorquinos está no local, segundo Sula Silveira, que é mãe de Gabriela, uma designer gráfica que decidiu produzir a bolinha envolta em granulados após pedidos de amigos.
O Brigadeiro Brasileiro deu tão certo que ela passou a atender encomendas para eventos e vender em canais digitais. Com tanta procura, a designer decidiu ter ponto físico. "Tem muito fluxo aqui. O que mais sai é o tradicional e depois com recheio de doce de leite", conta Sula, que é de Recife, e a filha nasceu no Rio de Janeiro. Tem ainda versões de goiaba e amendoim.
Cada docinho custa US$ 3,00, ou R$ 15,00. No quiosque, os brigadeiros podem ser comprados em porções dentro de caixinhas bem decoradas. Gabriela apostou no cuidado com embalagens e apresentação para abrir mercado também em empresas. No fim do ano, teve muita encomenda para presentes corporativos.