Victória Paz

Aberta há um mês, nova padaria aposta em operação teste para crescer pela Capital

O ponto de partida para as franquias

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Aberta há um mês, nova padaria aposta em operação teste para crescer pela Capital

Com a proposta de um novo conceito de padaria para o Menino Deus, a Casa Marrom abriu as portas em março deste ano. Apostando no segmento de takeaway, não há mesas para consumo no local, pois a ideia é ter uma operação enxuta e que sirva de teste.
Com a proposta de um novo conceito de padaria para o Menino Deus, a Casa Marrom abriu as portas em março deste ano. Apostando no segmento de takeaway, não há mesas para consumo no local, pois a ideia é ter uma operação enxuta e que sirva de teste.
Além de pães e bolos, a loja vende produtos para café da manhã, como bebidas, saladas, salgados, doces e sanduíches. Juliano Beck, sócio de uma indústria de alimentos com 22 anos de atuação no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Brasília e Estados Unidos, viu potencial para um negócio de bairro.
Juliano não embarcou sozinho no sonho de empreender no Menino Deus. Sua sócia, Gabriela Dariva Bragé, já tem uma rede com quatro padarias na Zona Norte. A Casa Marrom, portanto, faz parte de um plano maior. "Pretendemos franquear. Temos fornecedores em Portugal que nos trazem pastéis de Belém", explica. A padaria foi nomeada de Casa Marrom para que remetesse a aconchego. "A cor marrom lembra carinho. Quando inauguramos, olhamos de fora e percebemos que a sua cor era marrom. E chamar de casa lembra conforto. Essa junção fechou com tudo que queríamos para demonstrar que trabalhamos com família e produto artesanal", desvenda, afirmando que a recepção do público da Zona Sul é positiva.
LUIZA PRADO/JC
"As pessoas têm elogiado muito, pois estamos sempre abertos", conta. Para Juliano, empreender no Menino Deus está sendo muito positivo devido à relação com a vizinhança, que valoriza produtos frescos, de fermentação natural e finalizados na loja. Na equipe, há oito funcionários que moram espalhados pela Capital. Juliano, inclusive, reside no bairro Boa Vista.
Segundo o empreendedor, a localização foi escolhida através de uma pesquisa de mercado. O estudo mostrou que o bairro não tinha padarias neste modelo e que moradores da região geralmente precisavam buscar produtos similares em lugares distantes. "A Casa teve investimento para registro de marca de aproximadamente R$ 600 mil. Para as próximas unidades, esse valor ficará em torno de R$ 200 mil, dependendo do tipo de modelo, que vai de pocket a master", afirma, otimista com a possibilidade de expandir para outros bairros da Capital e Região Metropolitana. O negócio fica na rua Comendador Rodolfo Gomes, nº 590, e abre das 7h às 20h.
Mas é difícil não ver, afinal, é uma casa marrom e que se destaca pelo cheirinho de pão.
LUIZA PRADO/JC
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