Victória Paz

Atualmente, o negócio conta com 150 talentos conectados e busca ter uma vasta carta de profissionais em seu banco

Startup gaúcha conecta freelancers a empresas de comunicação

Victória Paz

Atualmente, o negócio conta com 150 talentos conectados e busca ter uma vasta carta de profissionais em seu banco

Comum na área da Comunicação, o formato de trabalho como freelancer e a distancia ganhou ainda mais espaço no mercado em virtude da pandemia. Diversas empresas têm apostado no modelo na hora de recrutar profissionais. Foi pensando nisso que a Circle surgiu, em agosto de 2021, com o intuito de conectar profissionais autônomos e empresas de comunicação.
Comum na área da Comunicação, o formato de trabalho como freelancer e a distancia ganhou ainda mais espaço no mercado em virtude da pandemia. Diversas empresas têm apostado no modelo na hora de recrutar profissionais. Foi pensando nisso que a Circle surgiu, em agosto de 2021, com o intuito de conectar profissionais autônomos e empresas de comunicação.
A startup é gaúcha e tem o objetivo de se tornar referência no processo de rede de talentos no modelo Open Talent Economy. “Nossa ideia, além de linkar as skills de cada freelancer, é buscar entender o que as duas partes precisam. Nos preocupamos com o que o profissional gosta de fazer, como gosta de trabalhar e de que forma”, conta Lívia Menegat, que atua como CEO.
Atualmente, o negócio conta com 150 talentos conectados. “É difícil dar um prazo de feedback, pois é necessário dar um match de jobs. Solicitamos MEI para gerar uma nota para empresa e expertise na área em que vai trabalhar”, explica.
A inscrição para profissionais no site (redecircle.com) é gratuita, já para as empresas filiadas é cobrada uma taxa de R$ 400,00 para a abertura do briefing. “Se a necessidade for freela, tiramos 20% desse valor. Se for uma contratação fixa, cobramos o salário igual ao do trabalhador e descontamos a taxa de abertura”, pontua a CEO.
CIRCLE/REPRODUÇÃO/JC
Spin-off da Global, agência de publicidade, a Circle conta com mais dois investidores, Alexandre e Nicolas Skowronsky. “Percebemos que as recomendações de freelancers eram um boca a boca, então acabava sendo muito difícil de conseguir profissionais, o que criava uma ineficiência. Assim, chamamos a Lívia, que já havíamos trabalhado antes, para criar uma rede de talentos referência”, lembra Nicolas.
De acordo com o investidor, a pandemia acelerou essa tendência. “As empresas passaram por um amadurecimento forçado de que é possível trabalhar de longe. Também percebi uma grande diferença entre negócios. Somos uma startup que está buscando demanda e a Global é madura com 20 anos de mercado”, diz.
A startup, que se chama Circle por unir as pessoas sem interrupção, tem grandes expectativas para este ano. “Temos trabalhado de forma lenta, mas a ideia é aumentar a divulgação. Queremos promover ainda mais os projetos e que sejamos vistos como um portal de divulgação”, projeta Lívia.
Para interessados, é necessário entrar em contato pelo site, Instagram (@redecircle) ou pelo Linkedin (Rede Circle). As empresas recebem um feedback com um prazo de 72h e três talentos à disposição.
Victória Paz

Victória Paz - estagiária do GeraçãoE

Victória Paz

Victória Paz - estagiária do GeraçãoE

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