Isadora Jacoby

O Pastra INdeli pretende ser um ponto de apoio para os moradores do bairro Rio Branco

Focado em pastrami, espaço abre em Porto Alegre para retomar a cultura dos mercadinhos dos anos 1990

Isadora Jacoby

O Pastra INdeli pretende ser um ponto de apoio para os moradores do bairro Rio Branco

Focado na charcuteria artesanal e com o sanduíche de pastrami como carro-chefe, o Pastra INdeli abriu as portas mirando nos mercadinhos de bairro dos anos 1990. Operando há pouco mais de 20 dias no número 444 da rua Castro Alves, no bairro Rio Branco, em Porto Alegre, o espaço opera como bar, com drinks, cervejas e sanduíches, e como delicatessen, vendendo produtos coloniais e os itens que compõem o cardápio do local, como pastrami, molhos e mostardas produzidos por lá. 
Focado na charcuteria artesanal e com o sanduíche de pastrami como carro-chefe, o Pastra INdeli abriu as portas mirando nos mercadinhos de bairro dos anos 1990. Operando há pouco mais de 20 dias no número 444 da rua Castro Alves, no bairro Rio Branco, em Porto Alegre, o espaço opera como bar, com drinks, cervejas e sanduíches, e como delicatessen, vendendo produtos coloniais e os itens que compõem o cardápio do local, como pastrami, molhos e mostardas produzidos por lá. 
Quem está à frente da operação é o casal Guilherme Nunes, 31 anos, e Dafny Zanquetta, 31. Abrir um espaço para atender às demandas do bairro já era um desejo antigo da dupla, que foi aprimorando a ideia até chegar no formato que deu início ao projeto. "A ideia do negócio surgiu há um tempo. Gostaríamos de abrir um mercado de bairro. A ideia foi evoluindo com o passar do tempo e decidimos abrir um espaço mais restaurante, mas não perdendo essa identidade de mercearia dos anos 1990", explica Guilherme, dizendo que a atmosfera de 'venda de bairro' vai desde a decoração até os itens que são vendidos por lá. "Nossa ambientação comunica bem com os anos 1990. Temos TVs de tubo espalhadas, os balcões são antigos. Gostamos dessa identidade e queríamos trazer o mercadinho de bairro, com baleiro, de volta. Acabou que fizemos nosso cardápio e tivemos a ideia do pastrami, de colocar charcuteria artesanal como nosso carro-chefe", contextualiza o empreendedor. 
ANDRESSA PUFAL/JC
O espaço opera das 17h à meia-noite com mesas na calçada, além de uma bancada interna que acomoda os clientes na vitrine. Guilherme conta que a ideia de alocar o projeto na região veio a partir do contato com outros empreendedores, o que despertou interesse em um imóvel que, segundo ele, era o mais depreciado da rua. Com muita mão na massa, a dupla transformou o espaço e está otimista com a receptividade do público. "Já tive um bar, então conheço muita gente desse ramo, e sou muito amigo do proprietário do Sete Gastropub. Conversando, indo lá, vi que o imóvel ao lado estava para alugar. E a Castro Alves está com um potencial incrível. Tem o pessoal do Paparico, o Sete, o Mantra, o Capone, vai abrir um sushi agora também. Vimos uma possibilidade de crescimento porque está virando um polo para o pessoal passear. À noite, está bem legal, as calçadas bem iluminadas com os varais de lâmpadas. Está bem bonito", comemora Guilherme. 
ANDRESSA PUFAL/JC
Para o futuro, o objetivo dos sócios é fortalecer a atuação como mercadinho, sem deixar de operar como restaurante e bar. "A ideia de negócio para o futuro é servir como uma alternativa para os moradores da região. Queremos levar conveniência para os moradores, bem venda de bairro, não ter muita coisa, mas ter produtos que supram as necessidades na correria", explica o empreendedor, ressaltando que o pilar do negócio é atender às demandas da vizinhança e fazer parte da revitalização da região. "Fomos muito bem recebidos, temos hoje um público praticamente de vizinhos da rua, do Rio Branco. Tem sido bem legal porque a rua está bonita e é isso que queremos. Conversamos com muitas pessoas e sabemos que aquela região estava bem abandonada, e o nosso objetivo sempre foi deixar a rua bonita. E isso tem sido muito bom porque estamos apostando que vai se tornar um polo, que as pessoas vão ir para a Castro Alves e vão poder escolher onde vão", projeta. 
ANDRESSA PUFAL/JC
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