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Adriana Colloca é presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) Foto: /ABEVD/DIVULGAÇÃO/JC

Adriana Colloca

presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)

Vendas diretas: opções de renda e empreendedorismo

Os índices de desemprego no Brasil seguem em alta, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E o número de pessoas em busca de renda cresce a cada dia. Neste cenário adverso, o empreendedorismo desponta como uma maneira de encontrar novos caminhos.
Empreendedor por natureza, o setor de vendas diretas é uma opção para quem procura por uma atividade formal e que ainda oferece inúmeros benefícios, como flexibilidade de horários, autonomia na definição do tempo de trabalho, adesão com poucos recursos iniciais e ganhos proporcionais aos esforços empreendidos.
Para se ter uma ideia do tamanho deste mercado, em 2017, pelas mãos de uma força de vendas de 4,1 milhões de pessoas, o setor movimentou o impressionante valor de R$ 45,2 bilhões - ou o equivalente a 8% do PIB da indústria nacional de transformação.
Imagine que um a cada 50 brasileiros atua no setor e o movimento dessas vendas representa, em média, 30% da renda familiar nesses lares. Pode ser uma forma de renda secundária, incrementando o orçamento doméstico, mas, em muitos casos, já é a atividade principal, com possibilidade de ascensão dentro da empresa escolhida. Não há barreiras geográficas, socioeconômicas ou de idade para as vendas diretas, basta saber vender. E a maior parte das empresas ainda oferece treinamento e coaching. O setor de vendas diretas também se destaca por sua alta capilaridade ao fazer chegar produtos em todos os lugares do País, desde as capitais até pequenas cidades distantes dos grandes centros urbanos. Atualmente, 48,3% dos profissionais nesse mercado tem entre 18 e 29 anos de idade e um terço deles possui Ensino Superior completo. É um trabalho dinâmico que alia relacionamento com busca por crescimento profissional e financeiro.
Na ponta do consumidor, uma pesquisa da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) aponta que 83% dos entrevistados têm imagem positiva e quase 90% dos consumidores confiam no setor. Essa boa reputação é resultado da seriedade das empresas que atuam na atividade e do trabalho ético de relacionamento do empreendedor independente.
Todas as partes zelam pelo vínculo, confiança e se empenham a entregar produtos de acordo com a real necessidade do cliente. Com as atividades regidas pelos códigos de ética criados a partir de rígidos padrões internacionais definidos pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), o setor se autorregulamenta e segue os mais altos padrões internacionais de ética.
O modelo de vendas diretas evoluiu com o passar do tempo e hoje a tecnologia é forte aliada das chamadas vendas por relacionamento. Com vontade de empreender e um objetivo traçado, basta escolher uma empresa do setor e batalhar para alcançar os objetivos. É possível encontrar novos caminhos. A ABEVD tem em seu site todas as empresas associadas que assinaram o termo de compromisso com o código de ética da instituição.
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