Entrevista com Marina Wentz, empreendedora que criou um clube de assinaturas de arranjos de flores. O clube tem três modalidades de assinaturas que variam de acordo com o tamanho do arranjo Foto: LUIZA PRADO/JC

Empreendedora cria clube de assinaturas de flores em Porto Alegre

Marina Wentz apostou na criação do negócio para mudar de carreira

O modelo de clube de assinaturas vem ganhando espaço entre os consumidores. Aqui no GeraçãoE, já mostramos clube de livros, de discos de vinil, de produtos para pets e até de gravatas. Marina Wentz, 34 anos, encontrou mais uma possibilidade para esse modelo e criou um clube de assinaturas de flores. Biomédica, ela trabalhou por 10 anos na área. Após o nascimento do filho, há dois anos, sentiu necessidade de ter uma atividade mais flexível e prazerosa. “No fim do ano passado, tive um insight de trabalhar com flores. É uma coisa que eu sempre gostei, cresci vendo a minha avó plantar em casa, na horta, sempre tínhamos flores em casa. As flores são sinônimo de alegria, de receber bem, de carinho, são uma forma de gentileza. Isso me tocou e eu comecei a pesquisar sobre esse mercado”, conta Marina.
O clube tem três modalidades de assinaturas; a diferença entre elas é o tamanho do arranjo. Após a escolha do modelo, Marina conversa com o cliente para entender as suas preferências. “O clube de assinaturas de flores ainda é pouco difundido aqui em Porto Alegre. O serviço é personalizado. Converso com o cliente para entender o que ele gosta, se tem alguma flor de preferência, como é o ambiente em que o arranjo vai ficar. A ideia é que a pessoa se veja no arranjo e sinta essa energia das flores”, explica. O tamanho pequeno custa R$ 260,00, o médio R$ 420,00, e o grande R$ 580,00. Em todas as modalidades, o cliente recebe semanalmente um arranjo personalizado em sua casa. A escolha das flores é feita de acordo com a disponibilidade do produto, que varia em cada época do ano. “Trabalho com a flor do dia. Então é realmente o que está mais fresco.”
LUIZA PRADO/JC
A percepção do crescente interesse das pessoas em ter mais plantas em casa foi um dos aspectos que motivou Marina a acreditar no potencial do seu negócio, inaugurado em janeiro deste ano. “Cada vez mais, as pessoas buscam essa conexão com a natureza. E a flor traz isso para dentro de casa. Mas, ao mesmo tempo que gostam, ainda não querem investir muito nisso”, pondera. Além do clube de assinaturas, Marina também trabalha com arranjos sob encomenda e com pequenos eventos.
Para os arranjos durarem até a chegada do próximo, Marina indica que a água seja trocada a cada dois dias e que a ponta das hastes das flores sejam cortadas. Além disso, não deve ficar em um local de muito sol e nem com muito vento. Remover as flores que morrem também é uma maneira de preservar o arranjo, já que cada espécie de flor tem uma durabilidade.
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