Renner turbina marketplace que agora se chama Alameda Renner

Plataforma responde por 5% das vendas do e-commerce da marca e soma 240 sellers

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A maior varejista de moda do Brasil tem novidade no ar, literalmente. A Lojas Renner, com sede no Rio Grande do Sul, adotou novo nome para seu marketplace, que agora é o Alameda Renner. A virada ocorreu neste mês. Hoje são 250 vendedores, ou sellers como o mercado adora do inglês, na plataforma.
O marketplace oferta outras marcas, fora do portfólio das lojas e do e-commerce da varejista. A Renner chama de "produtos complementares". A plataforma estreou em maio de 2021.
Hoje são 240 sellers que ofertam itens em categorias como feminino, masculino, infantil, beleza e calçados. Decoração também está na base, com a bandeira Camicado.
No primeiro trimestre deste ano, eram 212 inscritos. Segundo a Renner, o sortimento de itens cresceu 37% em relação ao último trimestre do ano passado. São 70 mil produtos no canal.
A agora Alameda Renner responde por 5% das vendas pelo e-commerce.
"A Renner vem investindo fortemente na curadoria de vendedores parceiros. O foco é enriquecer o mix de itens no ambiente online, em sintonia com o posicionamento de mercado da marca e especial atenção à qualidade", diz a companhia, em nota.
Varejistas como a Renner correm para reforçar o canal digital. No mercado brasileiro, além das marcas nacionais, entre elas operações que saem do online para o físico como a Amaro, players de fora entraram com fôlego.
Entre eles, a que mais chama a atenção é a chinesa Shein, que já abriu loja física no estilo pop-up em um shopping center no Rio de Janeiro. Novas devem ser abertas pelo país.