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Porto Alegre, segunda-feira, 23 de abril de 2018.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 24/04/2018. Alterada em 23/04 às 21h03min

Volatilidade marca sessão da Bolsa, que teve leve alta

As dúvidas sobre o ritmo em que pode se dar a condução da política monetária nos Estados Unidos voltaram a pairar e influenciaram o apetite por risco dos investidores para o mercado acionário local ontem. Em um dia de volatilidade, o Ibovespa abriu a sessão de negócios em queda, passou para o terreno positivo no início da tarde, para fechar próximo da estabilidade em leve alta de 0,06%, aos 85.602 pontos.
Ontem, os contratos futuros de petróleo fecharam novamente em alta, invertendo a trajetória de desvalorização vistas durante a manhã, com os investidores de olho na cena geopolítica, incluindo tensões crescentes entre a Arábia Saudita e rebeldes iemenitas e entre os Estados Unidos e o Irã. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para entrega em junho fechou em alta de 0,35%, a US$ 68,64 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o barril do petróleo Brent para o mesmo mês avançou 0,88%, a US$ 74,71.
Essa virada da commodity influenciou a bolsa por aqui, levando o papel da Petrobras PN a valorizar 0,54% e, juntamente com os ganhos de blue chips do setor bancário, como Itaú Unibanco PN ( 0,18%) e as units do Santander ( 0,90%), ajudaram o Ibovespa para um positivo próximo da estabilidade. Ainda neste grupo, Bradesco PN fechou em queda de 0,03% e Banco do Brasil ON desvalorizou 1,81%. Vale ON recuou 0,27% na contramão do minério de ferro, que subiu quase 1% no porto de Qingdao, na China.
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Cenário externo leva dólar a encostar em R$ 3,45

Embalado pela alta dos juros nos mercados americanos, o dólar mais uma vez subiu ontem em relação a todas as moedas, de países emergentes e desenvolvidos, o que reforçou a tese de que o movimento cambial dos últimos dias não é somente uma aversão ao risco por parte de investidores, mas sim uma reprecificação do dólar globalmente.
Na máxima do dia, o dólar chegou a atingir R$ 3,4537, mas fechou a R$ 3,4497, com alta de 1,19%. O giro ficou em US$ 644 milhões. Essa é a maior cotação da moeda desde 2 dezembro de 2016.
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